Como ferradura

Publicado em 19 de fevereiro de 2008

Miguel Cunha, diretor de Polícia do Interior, em longa conversa com o poster, declarou sua indignação com a atitude do promotor José Luiz Furtado. “Não basta fugir do flagrante, porque a nódoa ficará impregnada para o resto da vida na biografia dele. O promotor Furtado cometeu um crime e por ele tem de pagar, como pagam todos aqueles que praticam delitos da mesma natureza”, disse.
Na coluna do Diário do Pará de hoje, mais detalhes.