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5 Comentários

  1. Sérgio Pombo

    6 de outubro de 2011 - 09:58 - 9:58
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    Em 1792 Tiradentes foi condenado à morte por enforcamento e depois teve seu corpo esquartejado, salgado e seus pedaços pendurados em postes por mãos que diziam NÃO e NÃO à Independência do Brasil, para benefício de uma minoria de nobres e burgueses de Portugal, sob o comando de D. Maria, a louca.
    Hoje, três séculos depois os tempos mudaram, mas não muito pois assistimos brasileiros querendo sua emancipação para poder semear e colher seus destinos enquanto uma minoria de nobres paraenses capitaneados por duas influentes famílias de empresários de comunicação, Maiorana e Barbalho, dizem NÃO e NÃO à emancipação de Carajás e Tapajós.
    Na absoluta falta de argumentos justos e racionais para negar a emancipação, sem recair na abominável exploração assumida da coroa Portuguesa, estão nos convocando a negar a liberdade de nossos irmãos brasileiros do sul e oeste do Pará pelo simplório argumento do NÃO e NÃO, como se fôssemos os imperadores a decidir o destino e a submissão de brasileiros que se dispuseram a habitar e desenvolver aquelas regiões.
    Entretanto, contrariando essa minoria, os tempos mudaram e muitos paraenses como eu certamente se negarão a agir como os carrascos dos sonhos daqueles brasileiros por dias melhores e não enforcaremos nem esquartejaremos seus desejos por mais desenvolvimento pra toda a Região, em detrimento de uma minoria que pensa apenas em seu lucro “grande” no Pará pobre.
    Este é o pensamento de um paraense, belemense há cinco gerações, e que continuará a sê-lo depois das emancipações das “Minas Gerais” de Carajás e Tapajós.

    Quem ama liberta! Quem ama deixa crescer! Sérgio Pombo.

  2. Sérgio Pombo

    6 de outubro de 2011 - 09:57 - 9:57
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    QUEM GANHA COM A DIVISÃO DO PARÁ?
    1 – A Região Amazônica com a maior representatividade política com o aumento de mais 6 Senadores e 8 Deputados Federais, o que representa mais investimentos e verbas com emendas ao Orçamento da União, sendo que os salários destes e de seus assessores serão pagos pelo Senado e pela Câmara Federal, sem ônus direto aos paraenses;
    2 – O novo Pará, que perderá apenas 300 milhões anual do FPE* mas teria seu custeio reduzido em maior volume com o desmembramento de grande parte territorial;
    3 – O Estado do Carajás que passará a receber aproximadamente 1,2 bilhões anual do FPE, que será dinheiro novo injetado na Região com origem na Lei Complementar 62/89**
    4 – O Estado do Tapajós que passará a receber aproximadamente 1,1 bilhão anual do FPE, que será dinheiro novo injetado na Região com origem na Lei Complementar 62/89**;
    5 – Os Estados do Tapajós e Carajás com a regularização fiscal que hoje é relegada pela falta de estrutura do governo do Pará para controlar a arrecadação naquelas Regiões;
    6 – Os Estados do Carajás e Tapajós com a necessária criação da estrutura do Governo Federal nos novos membros, o que representa emprego e renda na Região;
    7 – Os moradores dos três estados (Pará, Carajás e Tapajós) que terão maiores oportunidades de trabalho nos novos concursos públicos para aparelhar os novos estados em todos os níveis Federal, Estadual e Municipal, bem como na iniciativa privada que será fortalecida com a maior injeção de recursos e investimentos na Região;
    8 – Os políticos que defendem o Pará “grande e pobre”, pois se houver a emancipação saem fortalecidos junto aos seus eleitores que são todos da região do Novo Pará, ou também saem fortalecidos se a campanha do NÃO e NÃO vencer pois seus eleitores, como foi dito antes, estão todos na Capital e adjacências.

    * Atualmente o FPE anual do Pará está em 2,4 Bilhões e passará a ser, após as emancipações, aproximadamente 2,1 Bilhões.
    ** A Lei Complementar 62/98 estabelece o Pacto Federativo e reserva 85% do valor do FPE para ser distribuído pelas Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste, como forma de desenvolver estado menos favorecidos em riquezas, foi declarada inconstitucional pelo STF e terá que ser substituída até 31/12/2012. Portanto, vê-se que é muito bom obtermos maior representatividade política para fortalecer a defesa dos interesses da Região, o que sem dúvida ocorrerá com as emancipações.

  3. Sérgio Pombo

    6 de outubro de 2011 - 09:56 - 9:56
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    QUEM PERDE COM A DIVISÃO DO PARÁ?
    1 – Os grupos de comunicação que terão reduzido o número de Municípios e o tamanho do Estado, que são os maiores anunciantes, ou terão que participar de novas licitações para concorrer à novas concessões nos novos estados para manter sua atual abrangência. E, caso sejam vencedores, teriam gastos em equipamentos triplicados e dificuldades aumentadas na administração pulverizada nos três estados;
    2 – As entidades de classe como o CDL que arrecada das lojas de todo o atual território paraense e com a divisão não poderá atuar nos novos estados;
    3- Os sindicatos que também arrecadam dos filiados em todo o Pará e terão sua base reduzida;
    4 – Os políticos que teem bases eleitorais com votos do sul e oeste do Estado e atuam na Capital.

  4. Joana

    28 de junho de 2011 - 11:48 - 11:48
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    Quem são os membros desse comitê? políticos? empresários? Luciano ?

  5. Jorge Borba Gato

    28 de junho de 2011 - 11:21 - 11:21
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    Estou querendo saber como está o movimento pela separação do Estado na AMAT, em Belém, mas o site da AMAT não funciona, nem email, nem nada. Com quem a gente pode falar em Belém pra saber detalhes da campanha de emencipação?

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