Com Parauapebas e Canaã à frente, Pará é o Estado que mais gera ‘royalties’ da mineração no Brasil

Com mais de R$ 250 bilhões faturados durante 2021, a atividade mineradora atingiu um crescimento superior a 19% em relação à arrecadação do setor em 2020.

Os dados, do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), ainda apontam que a maior alta ocorreu no Pará, que somou R$ 94,6 bilhões nos meses analisados.

No sudeste paraense, a cidade de Canaã dos Carajás é um dos polos mineradores responsáveis por gerar a atividade extrativista.

De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), o município saiu da 14ª posição e está em segundo lugar no ranking de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

O primeiro lugar também fica com o Pará.

Parauapebas é a cidade que mais gera royalties da mineração no Brasil, ou seja, pagamentos sobre o uso do produto.

Até novembro deste ano, as operações de ferro e cobre em Canaã dos Carajás acarretaram em R$ 1,7 bilhão de CFEM, como apontam os dados da agência.

Deste total, 60% fica em Canaã.

A compensação é considerada uma indenização paga por mineradoras pela extração de minério e deve ter parte aplicada, principalmente, na diversificação da economia das regiões pela gestão estatal.