Hiroshi Bogéa On line

CNJ investiga venda de sentença na Justiça do Pará

 

O que Lauro Jardim informa em seu site, é do conhecimento de grande parte dos paraenses.

O jornalista do jornal O Globo adianta mais uma bandalheira no Tribunal de Justiça do Pará.

Olha aí:

 

“Dois magistrados do Pará suspeitos de falcatruas das grossas são os novos alvos do CNJ. Francisco Falcão pedirá a abertura de processo administrativo contra um juiz e um desembargador do Tribunal de Justiça paraense. O desembargador é acusado de trabalhar em conjunto com dois advogados, que seriam responsáveis por intermediar a venda de decisões da excelência. A dupla, de acordo com informações do CNJ, iria ao mercado para negociar com colegas o valor pedido pelo desembargador em cada sentença. O caso do juiz é estapafúrdio, se não for corrupção: o magistrado avocou para si um processo, que tramitava fora de sua alçada, e assinou a liberação do pagamento de 3 milhões de reais, referentes a honorários advocatícios. Os dois episódios chegaram ao passar pela corregedoria local, mas não andaram. Ao saber que os procedimentos não foram adiante, Falcão puxou para o CNJ a responsabilidade de dar continuidade à apuração.”

 

Nota do Blog: “venda de sentença” no TJE,  investiga o CNJ.

Enquanto isso, o mesmo Tribunal de Justiça do Estado, através de alguns de seus representantes, partindo furioso contra o prefeito de Marabá, João Salame, que gravou uma denúncia do ex-prefeito de Marituba, Antonio Armando,  indicando indícios de bandalheiras que seguem essa mesma linha de atitudes nada republicanas, que o CNJ investiga.

O mais escandaloso nesse barato é que João Salame gravou as denúncias de Antonio Armando, pediu a seu advogado que entregasse a fita gravada ao presidente do  Tribunal  Regional Eleitoral,  e, o caso foi levado ao conhecimento público pelo Ministério Público.

Ou seja, Salame agiu como deve agir todo cidadão que busca preservar a integridade moral de um tribunal de justiça (pedindo investigação de supostas atitudes irregulares de alguns de seus membros), e agora é colocado na parede pela decisão de um desembargador e dois juízes do TRE de processá-lo.

O CNJ não está acompanhando esse movimento de intimidação?

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