Cientista pernambucana desenvolve chip que detecta 18 tipos de câncer em estágio inicial

Publicado em 6 de abril de 2016

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Por mais que o lado podre da política tente destruir o Brasil, isso não ocorrerá.

No outro lado da ponta, o Brasil que pensa, inventa, cria e trabalha com honestidade, projeta o país positivamente.

Trabalha para construir seu futuro colhendo avanços significativos.

Em Recife, surge a maravilhosa notícia produzida no rastro das pesquisas de uma biomédica.

Natural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco,  a professora universitária Deborah Zanforlin (foto), é a responsável por desenvolver um dispositivo que promete avanços significativos no diagnóstico precoce e tratamento efetivo do câncer.

O projeto de Zanforlin é um chip que detecta 18 tipos da doença em estágio inicial, através de um teste sanguíneo, e dá o resultado ao paciente em apenas 15 minutos.

O Brasil tem jeito ou não?

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