Hiroshi Bogéa On line

Chuva, suor e cerveja

Maurino Magalhães está resgatando todos os eventos populares enterrados – sem dó nem compaixão – pelo ex-prefeito Sebastião Miranda.

Em novembro, reativou o FECAM – Festival da Canção de Marabá -, considerado um dos maiores eventos da música da região Norte –  antes de decapitado por Tião.

Agora, o prefeito   anuncia o restabelecimento do desfile das Escolas de Samba de Marabá, há mais de doze anos silenciadas pela espada impiedosa do Hades marabaense.

A Liga das Escolas está em polvorosa com a boa nova, prometendo um grande carnaval.

Devagarinho, o prefeito vai enfiando, assim como quem faz-de-conta que está enfiando.

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23 Comentários

  1. Anonymous

    25 de janeiro de 2010 - 06:04 - 6:04
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    Hiroshi,o carnaval do maurino não vai sair da mediocridade dos ultimos carnavais,é uma pena que os secretarios de cultura de maraba trabalhem sem projetos,são movidos a base de eventos,pois esses que geram lucros(bandas,palco,som,decoração)para os nossos dirigentes.Enquanto a cultura mesmo não existe.

  2. Anonymous

    24 de janeiro de 2010 - 16:26 - 16:26
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    Depois da reunião eu esperava que o secretario mandasse uma proposta diferente de carnaval,ja que meu amigo hiroshi tinha divulgado que o carnaval de 2010 seria o melhor da historia.Pela programação divulgada está a nivel do tempo do wilsão,as bandas fajutas são as mesmas,os blocos decadentes idem.Eu acho que passaram um balão para o meu amigo.

  3. Anonymous

    23 de janeiro de 2010 - 03:58 - 3:58
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    azulou

  4. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 23:36 - 23:36
    Reply

    Vi na TV a reunião do prefeito com os organizadores do carnaval e dos blocos de rua. Foi destinado 250 mil reais (por enquanto) para cobrir o evento. Ótimo.

    250 mil reais daria para revitalizar o hospital municipal, munindo-o com novos equipamentos para que a população tenha um melhor atendimento. Bom, isso não é importante.

    Poderia dar também para montar alguns laboratórios nas escolas abandonadas, se houvesse compromisso com a educação, é claro. Mas isso também não é importante.

    UM PEQUENO TRECHO DA HISTÓRIA ROMANA

    "Pão e Circo

    Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta."

    Qualquer semelhança com o atual cenário político de Marabá é mera coincidência.

    AVE CEZAR MAURINUS I

  5. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 21:55 - 21:55
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    Tem um comentarista sem escrúpulo por aqui!!!
    Que falta de inteligência, que linguagem chula, que coisa nojenta de se ler…
    É algo assim que teremos no tão elogiado carnaval marabaense feito com meu suado dinheirinho?
    Porque sou povo, e Carnaval por aqui é feito com dinheiro público.

  6. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 21:54 - 21:54
    Reply

    Tem um comentarista sem escrúpulo por aqui!!!
    Que falta de inteligência, que linguagem chula, que coisa nojenta de se ler…
    É algo assim que teremos no tão elogiado carnaval marabaense feito com meu suado dinheirinho?
    Porque sou povo, e Carnaval por aqui é feito com dinheiro público.

  7. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 17:37 - 17:37
    Reply

    Carapijó,agora voce está querendo passar por um sujeito humilde, que não és. Tú és um preconceituoso mula manca.Não preciso de dinheiro público para sobreviver. Graças a Deus. Mas se precisar de um empréstimo, bancário ou de instituição financeira pública, posso ir lá e pleitear, como qualquer empreendedor faria.Lazer, turismo,festas populares podem sim, receber dinheiro público.Educação e saúde são atividades que merecem toda prioridade. Mas tudo o que está ligado ao turismo, inclusive educação e saúde, merecem sim apoio público. Voce não alcançou o horizonte que a atividade do turismo promove no lazer/festas populares/religiosas/cívicas/históricas. Seu carcará ciliconado.

  8. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 13:53 - 13:53
    Reply

    Acho que você tem alguma atividade relacionada a isso e que precisa de dinheiro público para sobreviver. Aliás, nesse país, você não é único e nem será o útlimo a ter um negócio subsidiado. Compreendo muito bem a sua ardorosa defesa.

    Entre gastar em carnavais e estádios, eu gastaria em escolas e na formação profissional dessa urbe que está a deriva, muitas vezes ingressando no mundo crime por falta principalmente de conhecimento, oportunidade e opção.

    Com escolas eficientes, de tabela seria possível melhorar a saúde, a segurança e principalmente a tão desejada qualidade de vida.

    Como disse anteriormente, não tenho nada contra o lazer. Só não concordo quando o dinheiro público é usado nela. A meu ver qualquer atividade que explore o lazer, turismo e etc e tal, tem que ser atividade privada.

    Sua ardorosa defesa foi compreendida e entendida por esse a quem você denegriu com esse teu riquissímo vocabulário.

  9. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 11:59 - 11:59
    Reply

    Ao anônimo de 21/01 das 22:03

    Voce ganha, Carapijó.Quando a cidade ganha, quando recebe impostos e eles revertem para tudo que a urbe necessita.Quando o prefeito dispõem de recursos próprios resultado de arrecadação para fazer contrapartida frente aos convênios. Não é toda menina baiana que fica grávida.Não é todo menino baiano que engravida suas meninas ou turistas.São milhares de pessoas envolvidas em atividades honestas e respeitáveis.Que desenvolvem a mais promissora atividade economica da modernidade que é o turismo. Que vai daquele que toca um tarol, ao capitão de um transatlântico, passando por milhares de atividades que necessitam de pessoas capazes, e não figuras como tú, seu ignorante fundamentalista.Pela sua ótica, míope,acabar com os festejos populares acabariam com os chamados filhos do carnaval? Que tese é essa, senão a do puritanismo inconcebível, seu Pacu de Seringa. Deixa de ser careta.

  10. Anonymous

    22 de janeiro de 2010 - 01:03 - 1:03
    Reply

    No Nordeste o turismo é sexual. O carnaval na Bahia deixa dúzias de centenas de adolescentes grávidas, ao seu fim. Existe um documentário que mostra a realidade do carnaval na Bahia. Me parece que algo chamado OS FILHOS DO CARNAVAL ou coisa parecida. Mas o que importa né? Tem alguns hotéis lotados, bares, lanchonetes. Pra que se preocupar com isso, hein? Besteira minha mesmo. Você tá coberto de razão. VIVA O PREFEITO DE MARABÁ PELA INICIATIVA. VIVA!!!

    Bom, se eu ganhasse com isso, provavelmente defenderia ardorosamente a idéia.

  11. Anonymous

    21 de janeiro de 2010 - 18:33 - 18:33
    Reply

    Ao anonimo de 21/01 das 13:41

    No nordeste, ninguém perde tempo com festanças, coisa nenhuma. Há uma indústria do turismo punjante e geradora renda e de empregos.E em muitos centros de formãção, aprendem a falar línguas estrangeiras, hotelaria,garçãos,música,guias, cozinha, arte, e toda parafernália de infraestrutura para tocar a grande indústria de turismo que se desenvolveu lá e comandam os festejos populares deste país. Tenho pouca ou nenhuma formação universitária. Mas conheço estes espaços que tú não conhece, seu tatu canastra emburacado. Saia de tua toca e vá conhecer o mundo, seu carapijó de brugundela.

  12. COMISSÃO DE ESTUDOS DE ASSUNTOS EDUCACIONAIS DE MARABÁ

    21 de janeiro de 2010 - 17:48 - 17:48
    Reply

    A raizes da cultura de Marabá tem renascido graças aos esforços do professor Melquíades já a saúde e a educação sei não….

  13. Anonymous

    21 de janeiro de 2010 - 16:41 - 16:41
    Reply

    ANÔNIMO DAS 10:14 do dia 21

    Infelizmente vivemos num país em que as autoridades praticam esses circos e tem gente que gosta. Não disse em nenhum momento que isso fosse privilégio de Marabá. Sei que no Nordeste isso é muito comum. Talvez isso explique a pobreza dos baianos e dos demais nordestinos, que perdem tempo com festanças ao invés de estarem nas escolas. Se você gosta é um direito seu. Como é direito meu discordar de tais práticas, afinal, o mundo não é formado apenas por VOCÊ, existe bilhões de outras pessoas. E quanto ao teu linguajado, percebe-se claramente o tipo de pessoa que é a formação que tem. Quando digo formação, não me refiro a diplomas, viu?

  14. Anonymous

    21 de janeiro de 2010 - 13:14 - 13:14
    Reply

    O anônimo de 19/01 das 22:48 é burro. Poder público tem tudo a ver com eventos. Vá ao Rio, Salvador, Recife e veja, seu beócio. Todas as cidadezinhas do interior pernambucano, que promovem micaretas e feiras são apoiadas pelo poder público, seu jumento. Festas populares do porte do Maraluar, precisa sim de apoio. Não de paternalismo e proteção inconfessável. Pergunte ao Dauro Remmor, seu estúpido, como ficam os hotéis no período do Maraluar. Quantos lotam restaurantes, seja na orla ou na costa pra rua. Seu tatu canastra. Postos de gasolina, comércio. Pergunte pro Paulo Galinha, se tais promoções ajudam ou não a cidade. Cala tua boa cheia de dentes cariados, seu pacu de seringa.

  15. Anonymous

    21 de janeiro de 2010 - 13:06 - 13:06
    Reply

    ~Tião acertou quando procurou dar a Marabá aquilo que ela não tinha. Infraestrutura asfáltica, que liga bairros, que favorece a circulação das pessoas e serviços, que eleva a qualidade de vida.Trocou todos os pontos de luz. Marabá ficou mais iluminada. Construiu escolas que se não estivessem aí, fariam falta hoje. Mas errou feio na Saúde, apesar dos avanços lá verificados. Foram mínimos, no entanto, deveriam ser maiores. Tião errou feio na promoção dos eventos que Marabá já dispunha.Não acreditou na manutenção e nem na necessidade de se investir mais. Assim se deu, também nos esportes, onde a administração errou feio. Bem que se diz: quem não gosta de samba bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé. Nesse ponto, ficou claro, Tião não é um bom sujeito. Ele é ruim da cabeça. Não gosta de música, de arte, de festas populares, que bem poderiam ter sido mais prestigiadas. Não teve, ainda, um bom gestor deste segmento. Em suma, bom sujeito, Tião não é, mesmo.

  16. Anonymous

    20 de janeiro de 2010 - 16:03 - 16:03
    Reply

    Camarada Wanderley Mota.
    Pelo que vejo vc deve entender muito bem de administração publica.Em cara.

  17. Anonymous

    20 de janeiro de 2010 - 12:39 - 12:39
    Reply

    Hades???? Essa é ótima, kkkkkkkkkk,
    muito bem lembrado!

  18. wanderley mota

    20 de janeiro de 2010 - 07:42 - 7:42
    Reply

    povo feliz,prefeito bãoooooooooo!!!

  19. Anonymous

    20 de janeiro de 2010 - 01:48 - 1:48
    Reply

    Carnaval, festivais, estádio de futebol, nada disso tem a ver com as obrigações do poder público.

    Quem promove esses eventos e ganha dinheiro são seus promoteres, usando o dinheiro público. Idem o Maraluar e todas as tranqueiras patrocinadas pelo município e que não trazem um centavo para seus cofres. Devem sim procurar a iniciativa privada, pois o povão não tem acesso grátis a esses eventos. O torcedor tem acesso livre ao estádio? O povão de Marabá tem acesso livre ao Maraluar?

    Sendo assim todo e qualquer negócio deveria ser subsidiado pelo poder público.

    O prefeito na ânsia de se limpar com a população, tenta agradar a gregos e troianos, jogando pão e circo. Isso faz lembrar em muito os imperadores romanos, que para se manterem simpáticos à massa, jogava cristãos e qualquer que fosse contra seus regimes governamentais. E se formos olhar direitinho, veremos que dos romanos para hoje as mortes continam existindo por causa dessa prática do pão e circo. Lá as mortes aconteciam por meio das espadas ou dos leões, aqui acontece nas portas dos hospitais públicos que não tem dinheiro nem para comprar macas.

    NADA CONTRA O LAZER, desde que não seja com dinheiro público.

  20. Anonymous

    20 de janeiro de 2010 - 01:20 - 1:20
    Reply

    Anônimos das 19h24 e 20h00. Irmãos, quanta ignorância, quanta ignorância, irmãos!… Valha-me Deus!.

  21. Anonymous

    20 de janeiro de 2010 - 00:17 - 0:17
    Reply

    Avise ao retrógrado acima "QUE NAO SÓ DE PAO VIVE O HOMEM" garanto que os gastos com o carnaval serao bem inferiores aos que a PMM fazia no Maraluar para a Vanda e Cia. ficar com a receita.
    Aproveito para parabenizar ao nosso eficiente secretário de cultura.

  22. Anonymous

    19 de janeiro de 2010 - 23:00 - 23:00
    Reply

    Eu queria que ele gastasse o dinheiro publico asfaltando as ruas que ele começou a fazer terra planagem e parou no meio do caminho,eu queria que ele concluisse as escolas que o outro governo deixou,eu queria que ele concluisse a obra da vp08 que esta a passos de tartaruga,eu queria que ele comprasse remedio para o hospital e postos de saude que não tem nem cibalena,eu queria que ele desse aumento aos servidores publicos, eu queria que demitisse todos os aspones que ele contratou.Nesse momento hiroshi carnaval,Ficam pouco faz diferença para o povo que tem todas as necessidades citadas acima.Faz uma pesquisa perguntando o que o povo quer?EDUCAÇÂO,SAUDE,SEGURANÇA,SANEAMENTO,ASFALTO,CARNAVAL E FICAM.

  23. Anonymous

    19 de janeiro de 2010 - 22:34 - 22:34
    Reply

    O povo sentiu tanto a falta do FICAM que nas tres noites do festival,não ficaram na frente do palco 500 pessoas.O prefeito não pisou os pes dele la, os coordenadores da Ficam,que humildemente(dinheiro da PMM),dividiram o espaço tambem não pisaram os pes la.Vamos la hiroshi o prefeito deveria dar continuidade era o trabalho do tião,organização,limpeza,seriedade.Se é para escolher entre um governo que ofereça pão ou circo, sem duvida nenhuma eu vou escolher um que ofereça pão.Ele tem que resgatar é a pujança, o espirito de desenvolvimento que maraba perdeu nesse um ano de desgoverno.

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