Hiroshi Bogéa On line

Celpa, um musgo a atormentar os paraenses

 

 

Expressar indignação classificando os atos da Celpa como empresa agressora da cidadania, é pouco.

Muito pouco.

Menor ainda, usar termos comuns como desrespeito ao consumidor, diante de falhas gritantes da distribuidora de energia no atendimento aos seus clientes.

Na noite de quinta-feira, 18, exatamente às 21h45, faltou energia na Folha 17, Nova Marabá.

Uma parte inteira do bairro ficou às escuras até 01:h15 desta sexta-feira, quando a companhia elétrica resolveu mandar uma equipe de plantonistas sanar o desligamento.

É assim que a Celpa trata os consumidores de Marabá, retardando o restabelecimento da falta de energia porque não disponibiliza número suficiente de plantonistas.

A companhia energética é pequena demais para atender a dimensão do Estado, cada dia mais chicoteado por uma empresa inadequada aos desafios do Pará.

Uma companhia pré-falimentar.

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2 Comentários

  1. Luis Sergio Anders Cavalcante

    19 de agosto de 2011 - 20:32 - 20:32
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    Hiro, complementando o que o Alberto Lima disse acima, digo, que essa é uma das facetas negativas da concessão ao Grupo Rede em 98, pelos então Gov. Almir Gagábriel e Simão Jatene (Secr. Especial), ambos do PSDB. Dados da negociata: após a avaliada em quase 800 milhões de reais, a empresa, foi realizada a concessão por pouco mais de 400 milhões de reais, sendo esse total subsidiado, num autêntico negócio ” de pai prá filho “. E, de toda a dinheirama, até hoje não foi prestado conta de nenhum centavo. É essa a linha de pensamento dos tucanos. Em 19.08.11, Marabá-PA.

  2. Alberto Lima

    19 de agosto de 2011 - 08:43 - 8:43
    Reply

    Olá Sr. Hiroshi,

    A Celpa pelo que parece já anda mal das pernas há muito tempo.
    Não faz investimentos, grandes investimentos, em seu sistema devido a falta de caixa!

    Provavelmente ela está esperando a renovação das concessões que vence em 2015, e que será decidida pelo governo federal ainda esse ano, ou aguarde o leilão pela concessão (não acredito nisso).
    Logo, ela não vai colocar dinheiro, sem a certeza de que ficará com a concessão do estado do Pará. A tendência do governo Federal é renová-la, mas com imposição de redução tarifária, o que, é lógico, não interessa as distribuidoras.

    Talvez a empresa sofra federailização e retorne ao controle acionário da Eletrobras. Mesmo assim, não existe justificativa para o que está acontecendo,já que, com certeza, o crescimento da demanda de energia elétrica no estado é visivelmente observado tanto por medições e estudos feitos, quanto pela pior forma: A SOBRECARGA DE SEU SISTEMA e a DESCONTINUIDADE DO FORNECIMENTO.

    Nesse descaso, não é só Marabá, é todo o estado do Pará que perde com esse empresa. Há quedas constantes em Belém, Santarém, Castanhal, e demorou um dia inteiro para, no início dessa semana ou fim da passada, não lembro bem agora, restabelecer o Black Out na ilha de Mosqueiro.

    Arcon? Aneel? ..esqueça!
    Esses órgãos só foram criadas para justificar a privatização do patrimônio púbico e pendurar político no cabide.. Pois na verdade, o grande problema das concessionárias era administrativo.

    Já houve casos de presidente de concessionária de energia ser formado em psicologia!!

    Jamáis daria certo assim!..rsrsr!

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