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Capoeira na literatura

Nesta quarta-feira, 13, o professor Luiz Augusto Leal, do Campus de Cametá, lançará o livro “Capoeira, identidade e gênero: ensaios de história social da capoeira no Brasil” na cidade de Feira de Santana, na Bahia. A publicação é de coautoria do historiador baiano Bel Pires e será publicada pela Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA).

Um dos principais pontos do livro é quando os autores revelam como, na tríade carnaval, futebol e capoeira, símbolos da brasilidade desde meados do século XX, a capoeira será a última a ocupar esse status simbólico. Carlos Eugênio Soares, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), acredita que o tardio reconhecimento da capoeira se deu, principalmente, pela marginalização de seus praticantes. “O capoeira não tem lugar na galeria de heróis nacionais. Bêbado, vadio, mestiço, baderneiro, esse era o paradigma da escória urbana, pior que o preto africano ou que o índio puro”, afirma.

Texto: Raphael Freire – Assessoria de Comunicação da UFPA

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2 Comentários

  1. Artes Marciais

    30 de outubro de 2011 - 15:46 - 15:46
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    Tenho que admitir que acho seu blog excelente, pois seus posts são sempre muito bem redigidos. Finalmente encontrei o que necessitava saber sobre isso de uma maneira concisa e direta. Permaneça com o ótimo trabalho na redação desse blog!

    • Hiroshi Bogéa

      30 de outubro de 2011 - 16:08 - 16:08
      Reply

      Obrigado, Artes Marciais. Volte sempre. Abs

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