Hiroshi Bogéa On line

Câmara aprova plebiscito sobre Carajás

A Câmara aprovou nesta quinta-feira (5) dois projetos de decreto legislativo para a convocação de plebiscito para decidir sobre a criação de novas unidades da federação. Dessa forma, a população do Pará vai decidir se aceita ou não o desmembramento da unidade federativa para a formação de dois novos estados, do Carajás e do Tapajós. A proposta aprovada sobre o Carajás será promulgada, enquanto a do Tapajós ainda terá de passar pelo crivo dos senadores.

Caso a população decida pela criação da unidade federativa do Tapajós, ele terá 29 municípios das regiões Baixo Amazonas e do Sudoeste Paraense e será o quarto maior estado brasileiro, superando Minas Gerais. Em seu território, morariam cerca de 1,7 milhão de pessoas, em torno de 20% da atual população do Pará. A capital deve ser a cidade de Santarém, que possui atualmente 276 mil habitantes. O texto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Amazônia e de Desenvolvimento Regional ao Projeto de Decreto Legislativo 731/00, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).

Já o estado do Carajás vai englobar municípios localizados no sul e no sudeste paraense, que abrangem uma área de 284,7 mil km², onde vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A maior cidade é Marabá. De acordo com o projeto, o plebiscito será realizado em novembro, seis meses após a publicação da lei. O pleito será conduzido e fiscalizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará. Se o resultado for favorável à criação do estado, a Assembleia Legislativa paraense discutirá os impactos administrativos, financeiros, econômicos e sociais da divisão territorial.

A aprovação dos dois plebiscitos contou com amplo apoio de parlamentares da base e da oposição. Somente o Psol se posicionou contra a consulta neste momento por conta do baixo quorum de deputados na sessão desta quinta-feira. “É um tanto irresponsável aprovar desta maneira”, disse o líder do Psol, Chico Alencar (RJ). Ele lembrou que, atualmente, tramitam no Congresso pelo menos 12 projetos que tratam da criação de novos estados. “É uma falácia achar que a criação de novos estados e municípios fortalece a federação”, disparou.

 

Fonte: Congresso em Foco

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36 Comentários

  1. Aninha

    18 de maio de 2011 - 18:04 - 18:04
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    Genteeeeeeeeeee vamos lutar pela Emancipação de Carajás e Tapajós….Eu moro aqui sómente á 7 anos mas esse é um sonho do povo Paraense.Eu ouço adultos falarem que quando nasceram já se falavam nessa divisão.Estou muito feliz por mais um passo dado a esse favor.
    Não vejo motivos pra ser contra essa criação….Pois ela atenderá aos anseios de todos que aqui habitam.Meus Parabéns aos que lutam pra que isso aconteça…

  2. joel sousa

    17 de maio de 2011 - 16:12 - 16:12
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    Claro que alguns ignorantes da Capital, principalmente, e até mesmo de fora, de outros Estados da Federação vão tentar argumentar de forma que soubessem qual a nossa verdadeira realizade e anseios. Alguns talvez até saibam, quem duvida? E, por isso memso, digam as asneiras como algumas que tivemos o desprazer de ler, acima; Talvez queiram apenas que continuemos dando o nosso suor como forma de alimento para que não precisem sair da “comodidade” de suas casas, das estruturas já adquiridas e oferecidas pela Capital, porém, duvido que tenham a coragem de vir para a Região fazê-la crescer vigoraosa e forte, protegê-la dos oportunistas e, assim poder dizer, “aqui também é meu Pará”. Muitos destes nunca saíram de Belém, ou Região Metropolitana e do nada dizem que discordam de qualquer que seja emacipação; Pobres “massa de manobra”. Não sou paraense, mas vivo em Marabá há 26 anos, minha esposa e três filhas são todas marabaenses e, não gostaria que a atenção dispensada por parte de nossos governantes – todos eles – a elas – “filhas principalmente”, tenham as mesmas qualidades que as dispensadas a mim e a minha esposa, bem como, ao restante de minha família que reside nesta cidade e Região, assim como desejo na mesma intensida ver nosso povo e nossa cidade com a cara que merecem “UM SORRISO CONSTANTE E BEM LARGO E CHEIO DE VIDA UNIDO À FELICIDADE”, pois é o que merecemos todos pelo que somos. Aos antiemancipacionistas, que nos desculpe, mas não dá mais. A vitória é nossa de povo de Carajás…
    Genjsskan@hotmail.com

  3. joel sousa

    17 de maio de 2011 - 15:46 - 15:46
    Reply

    Bem, caros srs. e sras.
    Todos nós que vivemos no Sul ou Sudeste deste continental Estado e apoiamos a emancipação do Estado de Carajás, bem como, a de Tapajós, sabemos muito bem porque o fazemos. Claro

  4. Anizio Teixeira

    10 de maio de 2011 - 12:33 - 12:33
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    Amigios vou lutar ainda mais pela emacipação de CARAJÁS e TAPAJÓS pois sou de Parauapebas e sofremos, com os descasos dos nossos politicos, que vergonhosamente na sua grande maioria não tem escrupulos, mais culpa nossa pois somos pessimos de memoria, novo estado sim e novos politicos sera questão de onrra para um novo tempo de prosperidades, seremos o estado mais rico da federação e termos que ser exemplos novos politicos e sem vicios e vinculos é preciso ( Senhor Jader Barbalho e neste novo estado espero não ter espaço pra você e para sua turma criar as pererecas do BNDS)

  5. George Hamilton Maranhão Alves

    9 de maio de 2011 - 14:47 - 14:47
    Reply

    Independentemente do resultado geral, se o “sim” for o posicionamento da grande maioria do eleitorado das áreas emancipacionistas, isso já será uma demonstração do desejo de maior autonomia.

  6. ANONIMO

    9 de maio de 2011 - 07:50 - 7:50
    Reply

    Caro Hiroshi;à epoca dos poneiros,desbravadores oas florestas e dos rios,considerando que todos chegaram aqui pobres, ficou bem claro em Marabá e região, que os trabalhadores,empreendedores,competentes e corajosos,properaram,fizeram riqueza,educaram os filhos e o presente mostra isso,ao contrário,os preguiçosos,desprovidos de ação mental e incompetentes,foram esquecidos pela história. O anônimo que destrata raivosamente o Sr. Claudio ,deve fazer parte dessa segunda classe e cheio de ódio,descarrega suas mágoas de mais de cinquenta anos,é um coitado.

  7. Juracy Chaves Junior

    8 de maio de 2011 - 12:53 - 12:53
    Reply

    Rsposta ao anônimo. ( Familias de Marabá – DEFESA AOS PINHEIROS )

    Quém és tú homem sem identidade???, de onde tiras-te essa prevaricação aos filhos daqueles que tiveram a coragem de vir para o rincão dos esquecidos construir familhas a virtude e ao progresso??
    Tú não és nada,,, pois te escondes para falar da história que não conhece.
    A tempos, familias vieram para essa região construir, e são os diversos preceitos da coragem que hoje se previlegiam do direito, não de dividir!! mais de novamente progredir, construir, dedicar-se a trazer para essa nova nação os direitos que nos foram tirados e cedidos aos mandatários que não nos reconhecem.
    Retirate daqui filho de ninguém, e se tiveres oportunidade de algum dia fazer algo por tua gente, seja no minímo corajoso em lutar pelo mlehor do teu povo…
    Sou orgulhosos dos meus entes queridos, que acreditaram nesta região para fazermos a estadia das familias de coragem…

  8. Claudio Pinheiro Filho

    8 de maio de 2011 - 09:29 - 9:29
    Reply

    Tenho nome e sobrenome, Claudio Pinheiro Filho, e tenho orgulho dele, diferentemente de vc, que se intitula anônimo, não sei o motivo, talvez vergonha, por ter passado a vida amedrontado, sem ter efeito algum para ninguém. O que vcs, digo sua família fizeram por essa região? O assunto em pauta é a divisão do estado, mas ainda existem covardes como vcs, digo sua família, que não tem coragem para expôr pensamentos e se escondem de discussões maiores. Os meus, nunca me ensinaram a ser covarde, que pena que o mesmo não aconteceu com vc, ANÔNIMO, sem sobrenome.
    Vamos ao que interessa.´
    Caros amigos!
    A divisão do estado não pode ser encarada apenas como gasto público, mas como investimento para o crescimento proporcional do País. A realidade do lado de cá é insustentável. Óbvio que a culpa passa pela má administração dos nossos governantes, como é notório, que não podemos usar como única desculpa a questão demográfica. Na minha opinião, existem uma série de fatores que agravam nossa situação, claro que o principal motivo são nossos representates. Mas, com o que o governo do Pará vem contribuído para o desenvolvimento dessa região? Contudo, vejo que a divisão do estado trará mais benefícios que prejuízos, vejamos os exemplos do Tocantins e Mato Grosso do Sul, áreas antes desertas, inóspitas, hoje pujantes´.É inaceitável ao percorrer nossas rodovias, termos a exata noção de qunado termina o Pará e começa o Tocantins (É só verificar quando a estrada passa a não ter mais buracos), por essas é por outras, peço que analísem, andem por nossas ruas, visitem nossos hospitais, veja a condição de trabalho ofertada aos nossos professores, tenho convicção de que sua impressão não será das melhores, e quando algo não vai bem, em qualquer segmento na vida, a medida mais viável é a mudança. Acredito plenamente que Carajás trará mais bônus que ônus. Antes que alguém diga que não citei nossa classe política, sei bem que ela não atinge um patamar satisfatório, mas a população quer mudança, tanto é verdade, que a Câmara de Itupiranga foi totalmente alterada, na de Marabá, temos sete vereadores de primeiro mandato, e mais, só queremos a divisão, pelo descaso do Governo do Estado com nossa região.
    Vamos olhar pra frente, evoluir, deixar de lado discussões pequenas, tua família isso, mamãe não me deixa fazer aquilo. Bolshit! Abraços amigo Hiroshi!

    • Hiroshi Bogéa

      8 de maio de 2011 - 20:17 - 20:17
      Reply

      Claudinho, é isso aí. Tens meu endosso. Ademais, sua família é uma das signatárias do desbravamento dessa região. Luta que vem do saudoso Plínio Pinheiro. Gostei da elegância com que tu reages às insinuações rasteiras do anônimo. Abraço, querido.

  9. Anônimo

    7 de maio de 2011 - 21:00 - 21:00
    Reply

    Anonimo das 14:38
    Voce ataca familias que vieram para cá de barco ou no lombo de burro .Demonstra não conhecer nada.Agora deve acreditar que é um messias e predestinado a salvar esta terra perdida.Que tal dizer o que tem feito nesta sua vida de trabalho social.Construiu o que?Escondido no anonimato dirige-se a um cidadão que botou seu nome na opinião e destila seu venenoso preconceito invejoso e amargo.Será que tem algo a propor ou vai ficar com a cabeça escondida na covardia ?Sou marabaense e não concordo com o que disse o Claudio Pinheiro mas respeito os que construiram o passado e que podem ter cometido erros mas foram importantes para que hoje nulidades como voce possam se manifestar em plebiscito para criação de um novo estado.Marabá teve e tem os politicos que mereceu e merece assim como o Brasil teve homens polêmicos que o construiram desde o império.Contenha-se pequeno desconhecido.

  10. Anônimo

    7 de maio de 2011 - 18:14 - 18:14
    Reply

    Júnior Carajas, o que a gente escreve, ler e interpreta, define o nosso grau de intelectualidade. Seja mais explícito em suas colocações, de modo que os menos privilegiados de intelecto possam compreender, discordar ou concordar com suas ideias.

  11. junior carajas

    7 de maio de 2011 - 16:40 - 16:40
    Reply

    Eu acho uma coisa brilhante tem pessoas que mesmo com as coisas acotecendo ainda cha de se manifestar com esta historia que o pará tem que ser ouvido todo o estado não esse o entendimento de muitos juristas que foi consultado mais como vc nunca ver uma materia favoravel a criação do estado do carajás vindo borgea fazer ok

  12. Anônimo

    7 de maio de 2011 - 14:38 - 14:38
    Reply

    Claudio Pinheiro Filho, esses direitos a que você faz referência e que nos são tolhidos, não acontece por causa do tamanho do território. Acontece por causa do mal caratismo de nossos políticos locais. Ninguém nesse estado impediu ou impede que o poder público de Marabá faça alguma coisa por seu cidadão. Você está agindo igualmente o Rosinaldo, distorcendo para confundir.

    Vocês, digo tua família, tiveram poder e influência suficiente para propiciar algum progresso pra essa região, bem como para sua população. Um de vocês chegou até ser deputado estadual. E o que fizeram pela população? As pessoas que moram aqui há mais tempo devem lembrar de como vocês, seus antepassados, tratavam aos demais mortais. Aconteceu o inevitável: ostracismo político e em todos os demais aspectos.

    Idem para as outras famílias tradicionais e detentoras do poder e dinheiro a época.

    E quanto ao destino dos recursos dessa região, basta olhar o tamanho do patrimônio de quem já administrou ou legislou nessa cidade, que se descobre para onde foi o dinheiro que seria investido no bem-estar da população.

    Criando-se o novo estado, a mentalidade e as atitudes desses senhores mudará? Ou você acha mesmo que o “povo” terá capacidade de expulsá-los?

  13. Anônimo

    7 de maio de 2011 - 13:53 - 13:53
    Reply

    Se o plebiscito acontecer somente nas áreas interessadas como querem os emancipacionistas, eles já começarão desrespeitando a Constituição e o direito dos demais habitantes do território opinarem. Dessa maneira eles estarão respondendo pelos demais, pensando e querendo por eles. Quer dizer, eles já sabem que os demais votarão SIM, por isso não querem os incluir no plebiscito. É assim que funciona?

    E olha que se dizem bastante democráticos e respeitadores da liberdade. Tanto que querem a sua e a minha. Agora, imagina se eles não fossem assim, tão abertos ao debate!!!

    Em suma, já querem começar errado. E sabemos que o que começa errado, acaba errado.

  14. Anônimo

    7 de maio de 2011 - 13:47 - 13:47
    Reply

    Rosinaldo, nos EUA tem estados nas mesmas dimensões territorias de alguns no nosso país. Pega o mapa deles e dá uma olhadinha antes de sair por aí apregoando inverdades. E pra seu governo, o sistema deles também é diferente do nosso, onde o Estado tem autonomia, para por exemplo, instituir pena de morte, perpétua e brechas na lei como acontece em nosso país. E por falar em pena de morte, nos estados americanos onde ela é adotada, o crime também acontece… Mas com uma grande diferença entre os estados onde a pena de morte não existe. De fato a pena de morte não acaba o crime e jamais acabará, como também nenhum meio acabará. Mas a pena de morte reduz drasticamente a incidência de crimes, principalmente homicídios e latrocínios. Creio que você já deve ter visto nas TVs alguns assaltos que acontecem por lá, onde a vítima reage e acaba afugentando ao bandido ou até mesmo o rendendo e o entregando para a polícia. A reação de fato é um perigo. Mas como os marginais sabem que naquele estado há pena de morte, e como lá também a máxima que diz que tem U tem medo, eles não disparam nas vítimas. No estado americano onde as leis são mais brandas, eles atiram pra matar igualmente fazem aqui. Lembra que no passado Nova Iorque foi considerada a cidade mais violenta do mundo? Homícios aconteciam a luz do dia, igual aqui. Pra você ter ideia da autonomia deles, a própria cidade implementou seu sistema de segurança, chamado Tolerância Zero, que foi enaltecido por várias autoridades mundiais, onde alguns até copiaram o modelo.

    Então vai mais devagar com o andor que o santo é de barro.

  15. Claudio Pinheiro Filho

    7 de maio de 2011 - 11:38 - 11:38
    Reply

    Reflexão: Acho oportuno lembrar aos que não apoiam as emancipações que, existem inúmeras diferenças entre São Paulo e essas regiões. Ao longo dos anos todos os recursos do Pais foram destinadas precipuamente ao desenvolvimento do Sudeste,( São Paulo), tão logo, toda e qualquer vila, passagem ou beco da capital paulista, tem asfalto, sanemaneto básico, coleta de lixo… . Além disso, os direitos dos cidadãos defendidos pela própria constituição, como: moradia, transporte e principalmente, educação, saúde e segurança, são infinitamente mais respeitados no berço explendido paulista.
    Não desvirtuem o sentido dessa luta, não se trata de quem vai pagar ou deixar de pagar a conta, mas de sobrevivência. A situação nas regiões do Carajás e Tapajós é calamitosa, Marabá tem o maior índice de homicídios entre adolescentes do Brasil. Basta andar por qualque localidade desses municípios, para se ter a exata noção do total abandono e caos social em que vivemos.
    Fica claro com todos esses argumentos que, os tentáculos do Governo não alcançam as regiões mais afastadas, principalmente em estados de dimensões continentais (caso do Pará, oposto de São paulo). Não criemos factóides socias, políticos ou históricos, não estamos em guerra civil, sou brasileiro nascido no Pará, mas morrerei em Carajás. Obrigado pelo espaço.

  16. Rosinaldo Ribeiro de Santana

    7 de maio de 2011 - 08:00 - 8:00
    Reply

    Sou a favor.

    Olha a gente hoje sofre muito aqui no sul do estado devido a distancia da capital..

    mosso municipio desmembrou de parauapebas melhorou 10000% tenho certeza com a divisão todos vão ganhar o estado do Pará vai ter mais tempo pra atender sua população ficara mais pequeno.. e nos do estado Carajas vamos investir nosso dinheiro aqui em nosso estado..

    Olhar vamos observar um coisa todos os Paises de 1º Mundo como o estado unidos os estados são todos pequenos… Por isso so vai melhorar quando dividir pelo menos nosso pais em uns 80 estados… Dividir Amazonas nus 4 Maranhão 2 Pará 3, entre outros…

    Estado do Carajás e Tapajos JAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJJAJAJ

  17. CANAENSE

    7 de maio de 2011 - 00:23 - 0:23
    Reply

    HIROSHI

    ME TIRA UMA DÚVIDA: O PLEBICITO VAI SER SÓ PARA OS ELEITORES DA REGIÃO SUL E SUDESTE PARAENSE OU VAI SER PARA TODOS OS ELEITORES DO ESTADO DO PARÁ?

    • Hiroshi Bogéa

      7 de maio de 2011 - 12:18 - 12:18
      Reply

      Canaense, o plebiscito, CONSTITUCIONALMENTE, é para ser realizado em todo o Estado do Pará – e não apenas nas regiões requerentes da divisão territorial, como garantem os defensores da criação dos dois novos Estados. E essa questão vai parar no Supremo Tribunal Federal. É outra etapa demorada dessa briga.

  18. casemiro

    6 de maio de 2011 - 20:16 - 20:16
    Reply

    “Para os paraenses vai ser ótimo, pois eles vão ganhar mais dinheiro da união, enquanto os trouxas aqui de SP e de outros estados que “levam” o país nas costas vão pagar as contas novamente.” Muito infeliz e carregado de ideologia a afirmação desta jovem funcionária pública. Em primeiro lugar o Estado de São Paulo não “leva” o país nas costas e não paga e não vai pagar a conta da criação do Estado do Carajás. O Estado de Carajás, possui uma das maiores riquezas minerais do planeta, um dos maiores rebanhos do páis e livre de febre aftosa, parcela considerável da geração de energia elétrica que sustenta o sudeste, e toda esta riqueza e impostos decorrentes de sua exploração vão direto para o sudeste do país. Sendo assim amigos, a conta pode deixar com a gente, que nós carajaenses já estamos pagando há muito tempo atrás.

  19. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 19:17 - 19:17
    Reply

    EMANCIPAR É CRIAR CABIDES DE EMPREGOS

    O propósito maior de uma emancipação é apenas o de dá empregos e aposentadorias vitalícias a esses políticos e parasitas que ficam colocando na cabeça das pessoas desesperadas e ávidas por dias melhores que será bom para elas. Não pense que com a emancipação você terá em sua casa – caso você tenha essa casa – automóveis na garagem, quartos com ar-condicionado, piscina, churrasqueira, jardim, etc.; iluminação pública e eficiente em sua rua; saneamento básico funcionando e para todos; empregos a sua escolha; escolas de ensino fundamental, médio, profissional/técnico e superior sobrando vagas e com um ensino de boa qualidade para que seu filho seja alguém no futuro; empresas se instalando, chegando ao clímax até de importarem mão-de-obra por não existir pessoas na região interessadas nas vagas que surgirão; rodovias estaduais e municipais todas bem pavimentadas e sinalizadas, proporcionando segurança e conforto; vicinais todas abertas e transitáveis para o escoamento da produção agrícola, se houver alguma; incentivo fiscal e financeiro para você poder tocar o seu negócio, não importando o status desse negócio, com crédito fácil, rápido, carência e juros baixos; hospitais equipados com excelentes profissionais e equipamentos de ponta, que é o que realmente um hospital deve propiciar à sua comunidade; segurança para que você possa ir e vir sem o temor de não chegar a seu destino com sua integridade física intacta.

    Nada disso irá ser oferecido pra você. Isso tudo não passa de promessas. Portanto, não se deixe enganar por essas maravilhas apregoadas por esses políticos parasitas e interesseiros de nossa região, que quer apenas se aproveitar de sua ingenuidade e desespero para se darem bem no seu campo pessoal de ambição. Essa pregação que está bombardeando sua cabeça não passa de mentiras de quem quer se dá bem, sem trabalhar honestamente como a maioria das pessoas decentes fazem, esses parasitas precisam do seu sangue para sobreviver.

    Analise a boa vontade dessas pessoas que têm o poder de decisão nas mãos: por várias vezes, os administradores e políticos tiveram a oportunidade de poder propiciar uma vida mais digna para você. Então, se eles nada fizeram por você quando puderam fazer, o problema do atraso no desenvolvimento econômico dessa região não está no fato dela ser mais uma unidade que pertence ao Estado do Pará, que tem uma capital administrativa única, o problema está então nos administradores e políticos que temos em nossa região. Portanto, não adiantará de nada você ser a favor da criação de um novo estado, se os administradores e políticos são os mesmos que há tempos vêm atrasando essa região.

    Acredite! Eles o estão manipulando para conseguirem vantagens políticas e financeiras. Não pense que com a criação do Estado, a sua situação irá melhorar, pelo contrário, afinal de contas, será você que pagará os salários dos novos eleitos do Novo Estado. Não se iluda com promessas maravilhosas de melhorias a partir da criação de um Novo Estado, é tudo mentira. É melhor, que nós nos emancipemos desses parasitas, em vez de apoiar e propiciar a realização de suas ambições pessoais.

    Esse é o meu ponto de vista, não quero impor essa opinião como uma verdade absoluta. É provável que eu seja tachado de “inimigo da região”, por alguém que a carapuça tenha lhe servido e se sinta ofendido, ou mesmo por você, que como eu, é apenas mais um na multidão, e se deixa levar por sentimentos regionalistas que nos são inseridos e que não sabemos explicá-los. Mas antes de fazer isso, pare e pense com frieza e imparcialidade, sem nenhuma paixão, sobre a questão, e tenha seu próprio ponto de vista, mas que seja realmente seu.

  20. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 19:13 - 19:13
    Reply

    Se no futuro os municípios do Estado de Carajás sentirem-se insatisfeitos com a distância entre eles e a capital, será necessário mais uma emancipação para que as coisas melhorem nesses distantes municípios? Acho que capital é apenas a sede administrativa de uma unidade federativa. A melhoria da qualidade de vida de uma comunidade não depende de sua emancipação, mas sim e somente do caráter e compromisso de seus administradores. Há os que vendem a “estória” de outra forma. Ratificando: não acredito que o atraso, em todos os sentidos e aspectos, da cidade de Marabá se deva ao fato da capital, Belém, ficar alguns quilômetros de distância daqui. Também não acredito em boicotes, já que os municípios hoje recebem suas verbas religiosamente.

  21. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 19:04 - 19:04
    Reply

    ei, se forem os mesmos políticos que administram atualmente e no passado as cidades que serão municípios de Carajás, estamos na roça.

  22. George Hamilton Maranhão Alves

    6 de maio de 2011 - 17:36 - 17:36
    Reply

    Caro anônimo, após o plebiscito, seja qual for o resultado, a história do Pará não será mais a mesma! Quando a poucos anos atrás, o governador Almir Gabriel propôs a transferência da capital, achava-se um absurdo aquilo. Mas, de certa forma, o ex-governador estava antevendo e procurando evitar o pior para as elites do nordeste do Estado.
    A divisão do Estado Pará não tem, na sua grande dimensão territorial, a sua única razão de ser. O fortalecimento econômico, ao longo do tempo, das áreas emancipacionistas, ocasionando, por sua vez, o fortalecimento de suas elites (econômica, política, intelectual etc.), o aumento populacional, a busca de identidade cultural e de auto-estima são, dentre outros, fatores interligados de um contexto de emancipação. Parece uma situação irreversível.

  23. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 17:20 - 17:20
    Reply

    o ideal seria nos emanciparmos dos políticos sem escrupulos, se a gente tivesse capacidade pra isso.

  24. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 17:18 - 17:18
    Reply

    a argumentação dos emancipacionistas é um estupro cerebral. mas se tem gente que gosta, que emancipem.

  25. Gesmar

    6 de maio de 2011 - 16:55 - 16:55
    Reply

    1. Quando o assunto é redivisão territorial do Brasil, as pessoas que são contra sacam logo do bolso dois únicos argumentos: 1) vai aumentar a roubalheira, a corrupção; e 2) o País não tem dinheiro para pagar a sua parte da conta (construção, instalações, equipamentos e manutenção de órgãos governamentais e remuneração de servidores).
    Sou defensor da redivisão, mas não é isso o que me leva a concluir o quanto esses argumentos são frágeis, ou, no mínimo, apressados. Em relação à corrupção e roubalheira em novos estados, vale lembrar que elas têm a idade do ser humano, que sempre quer mais, mesmo quando se encontra no Paraíso. Se o volume de roubalheira e corrupção, calculado em reais ou em dólares, fosse vinculado à redução das endodivisões (redivisão dos Estados), São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília sequer existiriam, ou tornariam ao estado de natureza. Neste país se rouba do povo desde sua descoberta .Quanto à inexistência de recursos para implantação dos novos estados, diga-se que grande parte do dinheiro que a União investiria (é isso mesmo: investimento, não gasto) retornaria aos cofres do Tesouro Nacional. São altos os impostos incidentes sobre os materiais de construção (perto de 40% no cimento, na tinta e no vaso sanitário e 37% no tijolo). Em uma casa popular de R$ 45 mil os impostos “comem” R$ 22.275,00. E mais impostos sobre os móveis, as instalações e até o material de expediente e, em especial, sobre a folha de pagamento dos funcionários. Some-se a isso o custo do consumo, os tributos embutidos nos preços dos bens, produtos e serviços pagos com a massa salarial e outros ganhos — impostos que vão de 18% na carne e no feijão, 40,5% no açúcar, a até 56% na cerveja e 83% no litro de cachaça.
    Portanto, vale repetir, se o Governo Federal investir R$ 1,9 bilhão em cada novo estado, ele teria esse valor de volta logo logo, e com “juros”, pois a nova dinâmica econômica que se desenvolveria na nova unidade federativa aumentaria o bolo dos impostos para os cofres públicos, sem falar nos ganhos indiretos, que viriam com a redução de gastos em assistência social, saúde, bolsas-issos e vales-aquilo, já que grande parte da população ficaria ao abrigo de atividades produtivas (assalariados, autônomos, empresários e empreendedores, além de parte no Serviço Público).
    Geopoliticamente, dividir não é fragmentar, mas consolidar. Se a sede de dinheiro e poder, se os sem-moral e os sem-vergonha da política se aproveitam do sonho da redivisão territorial para cometer seus crimes, onde está a culpa: no sonho ou no vagabundo político que sordidamente se assenhoreia dele? Ora!… Contra a corrupção (e outros crimes) devem agir Justiça, Polícia, Ministério Público… e a cidadania vigilante. Se essas estruturas não são eficazes a ponto de prender esses políticos bandidos, reaver o dinheiro e conter a sangria desatada que vitima o povo, então é bom diagnosticar as razões da ineficácia, receitar o remédio e controlar sua administração (sem trocadinho).
    Dividir mais para administrar melhor tem sido tendência e realidade no mundo inteiro. Só os que não se dedicam um pouco mais ao estudo, acompanhamento e análise podem se assentar em bases tão pouco sólidas quanto as alegações de falta de dinheiro e excesso de corrupção como fatores inibidores da redivisão territorial.
    Nem o nosso planeta agüentou ser uma terra só. Saiu da condição de Pangéia, dividiu-se em dois supercontinentes e, no momento, são seis continentes. Até o começo do século 20 existiam pouco mais de 70 países. Agora, são quase duzentos.
    .
    O Carajás será uma realidade — não por força de “jogadas” de enfraquecimento político que nunca existiram. O Carajás, mais dias menos dias, virá — não por birra inútil ou vontade fútil. Não. Ele acontecerá como parte do debate nacional e da tendência e prática internacional de dividir mais (o território) para dividir melhor (seus recursos entre os cidadãos). Nestes momentos — e também nos demais –, a corrupção não deve ser entendida como regra, mas como anomalia. Ela é um desvio de caráter humano, não uma característica de gestão da coisa pública, da Ciência Administrativa.
    Em sonho, em lutas, em riquezas materiais, em potencialidades de toda ordem, o Maranhão do Sul é grande. É maior do que a ignorância daqueles que, por falta de interesse ou oportunidade, ainda não sabem do que estão falando.
    Ou escrevendo.
    —-
    Gesmar Costa

  26. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 16:44 - 16:44
    Reply

    ´Ta vendo como é complicado ter muito dinheiro.
    É impressionante o nível da conversa. Não da pra dividir porque o dinheiro ta em Carajás …. bem só posso concluir que as pessoas não importam mesmo.
    Um plebiscito merece que outras coisas sejam avaliadas.
    e o nosso direito de participar da gestão pública? Pra quem mora em Conceição, em São Felix…. Quantos já foram a capital federal?

  27. Natanael Oliveira

    6 de maio de 2011 - 14:36 - 14:36
    Reply

    Mesmo sendo favorável pelo plebiscito. Não posso deixar de reproduzir o que li no blog do Jeso.

    Priscila disse:

    Essa questão de dividir o estado do PA é uma piada! Só pode ser. Ainda mais esse ano que estamos sofrendo um corte orçamentário drástico, como funcionária pública federal, estamos quase sem condições de trabalhar por falta de verbas e querem dividir o Estado do PA? Para os paraenses vai ser ótimo, pois eles vão ganhar mais dinheiro da união, enquanto os trouxas aqui de SP e de outros estados que “levam” o país nas costas vão pagar as contas novamente. Assim fica muito fácil! Proponho dividir SP que tem mais de 41% da população do país e não um estado que tem 7,5 milhões de habitantes. É UM ABSURDO. Tirando que o país todo tem que votar nesse plebiscito, é o mais justo, já que VAMOS PAGAR A CONTA DESSA CRIAÇÃO DEPOIS. Revolta total…

  28. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 14:30 - 14:30
    Reply

    Até agora ainda não intendi as justificativas para a divisão do Estado do Pará. Sei que a população de Marabá anseia muito por isso. Isso é natural de qualquer habitante, seja de uma vila, de rua ou até mesmo de um bairro como aconteceu há 20 anos em SP com o bairro de santo Amaro. Temos municípios no Pará que conseguiram emancipação e estão vivendo há mais de 10 anos na mesma lama. Fiquei sabendo que aqui na Transamazônica, até cajazeiras que se emancipar, pode?
    Algumas das justificativas são:

    1. O estado é muito extenso (grande), então porque eles não dividem o Estado do amazonas em outros 10, pois, é o maior estado do Brasil e não tem estrada;

    2. A Região Sudeste e Leste do Pará sempre foram abandonados pelos políticos Paraenses. Pelo que eu sei essas regiões sempre tiveram representantes na câmara e assembleia. Pelo que sabemos o Lira Maia, o Asdrubal Bentes e wandekolk estão a mais de 20 anos representando esse povo. Não temos culpas pela incompetência dos mesmos. E, se contar com o Tião Miranda, João Salame, Bernadete, Juvenil, Zé Geraldo, Faleiro e outros que não lembro agora;

    3. As obras nunca chegam ao Sul e Sudeste paraense, e será que com a divisão, serão asfaltadas as estradas? A educação vai ser de primeiro mundo? A saúde vai melhorar? Lembre-se que os políticos serão os mesmos.
    O que realmente eu queria que essa turma de políticos oportunistas e covardes devolve-se em obras os impostos do sudeste paraense, e falasse para a mídia nacional o quanto custa para a população a criação de 2 novos estados. Isso sim, eles não tem coragem de falar. Na verdade eles são tão Brocos (burros) não tem nem noção do valor, ou melhor, dos prejuízos para os cofres públicos.

    Analise e vote com consciência!
    Todo e qualquer plebiscito é importante para a democracia.

  29. George Hamilton Maranhão Alves

    6 de maio de 2011 - 10:28 - 10:28
    Reply

    Mesmo que o resultado do plebiscito seja pelo “não”, permanecerá latente e imanente a chama emancipacionista. Mesmo com o “não”, a elite (empresarial, política, intelectual etc) sediada no nordeste paraense, tenderá a rever posições e se adequar aos anseios das regiões interessadas na emancipação. Seria aquela estória: se não posso com meu inimigo, me alio a ele. Na política, isso existe muito!

  30. Anônimo

    6 de maio de 2011 - 03:16 - 3:16
    Reply

    Hiroshi.
    Não vejo motivos para ser contra a criação de novas unidades federativas no Brasil. A história tem mostrado que, mesmo com todas as dificuldades encontradas, principalmente financeiras, a criação de novos estados colaboraram para promover desenvolvimento.
    Pela pior das hipóteses, será muito melhor do que o quadro atual
    abç.

  31. Val-André Mutran

    6 de maio de 2011 - 02:59 - 2:59
    Reply

    Fonte ruim Hiroshi.
    Tapajós com 27 municípios.
    Carajás com 39.
    Abraços.

  32. Anonimo.

    5 de maio de 2011 - 21:46 - 21:46
    Reply

    Hiroschi, Mano fui parado em, uma Blitez do Detram aque em Marabá, o Guarda ja foi me multando, tentei me justificar. Mais tive como resposta: Nâo sou daque, sou de Belém.
    Estado de Carajas, NELES……….. JÁ……JÁ.

  33. Assessoria de Comunicação

    5 de maio de 2011 - 18:55 - 18:55
    Reply

    Saudações camarada Hiroshe, Bom Jesus do Tocantins tambem está em festa.. gostariamos de publicar no seu Site tambem.. abraços;;

  34. Saulo

    5 de maio de 2011 - 17:42 - 17:42
    Reply

    Fico muito feliz por mais um passo dado. Quando nasci esse sonho(Estado do Carajás) já era um desejo de muitos moradores dessa região.

    Estou hoje com 20 anos e também cresci com esse sonho.Carajás JÁ! Vamos à Luta.

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