Hiroshi Bogéa On line

Calibrando as armas

Corre papo entre membros da DS de que Charles Alcântara teria espalhado sua influencia na disputa pela subsede de Marabá do Sintepp, a pedido de Edilza Fontes que não admitia a derrota de Dionísio de Oliveira para Toninha Carvalho. Mostraram a Charles de que o controle do Sintepp é muito importante para a disputa pela prefeitura de Marabá. A DS pensa seriamente encarar o PT Pra Valer na escolha do candidato a prefeito na convenção partidária. Ademir Martins é o preferido não apenas da Democracia Socialista, mas também da governadora Ana Julia.
Sintomática a presença de Charles Alcântara exatamente no clima da disputa eleitoral pela coordenação do sindicato dos educadores, carregando a tiracolo Edilza Fontes e Ademir.

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7 Comentários

  1. Anonymous

    2 de julho de 2007 - 01:35 - 1:35
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    tem razão,

    o Dionizio passou maus bocados mais foi vencedor.

  2. Anonymous

    2 de julho de 2007 - 00:48 - 0:48
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    hahaha
    essa do Tizil é por demais para mim,
    bom olha ai Senhor Hiroshe, quero aqui afirmar que o Prof. Dionisio, sim ele não aceitou nada do Governo, depois de ter sido masacrado pela prof. Edilsa que queria ele debaixo do seus pés, eu estava presente no prosseso, e Parabens para ele que conseguiu derrotar essa banda podre do PT ai em Marabá, isso é só o começo.

  3. Anonymous

    1 de julho de 2007 - 20:41 - 20:41
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    Essa tal professora Edilza so faz besteira.Pergunte para quem trabalha na FUMBEL em Belém.O Dionísio e o melhor quadro do PT bancado por ela em nossa região.
    O resto da turma dela na região so despreparado,cito dois deles:

    João Evangelista(Diretor da SEDUC em Belém/atuação politica em Rondon do Pará).Sonha em tentar concorrer a prefeito de Rondon.

    Tizil(Assessor da governadoria/atuação politica em Rondon do Pará)candidato fracassado a tudo,não ganha nem presidencia de centro comunitario.

  4. hiroshi

    30 de junho de 2007 - 21:02 - 21:02
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    Meu querido guru, essa de que o Dionísio recusou-se a integrar a equipe de governo Ana Júlia, é o máximo. Vai nessa não, queridinho. O estrabismo pode estar também nas informações desencontradas que estão chegando a ti. Ou fabricadas para assim parecerem. Tem cupim nessa parada, maninho.
    Beijão com gosto de carambola da tua casa.

  5. Quaradouro

    30 de junho de 2007 - 19:48 - 19:48
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    Caro:
    Há mais fogo debaixo desse monturo.A eleição do Sintepp foi só um degrau. e reitero que dona Edilza prejudicou Dionísio e que Ana Júlia não sabia dessa presepada. Edilza achava que ia (e queria ir) pra chefia da Seduc, alimentando sonhos políticos posteriores. Foi parar numa secretaria sem conteúdo político e o contato agregador com as massas eleitorais.
    Durante a campanha para o governo, Edilza incensou Dionísio como professor e militante exemplar (eu vi isso, numa reunião no José Vergolino).Depois, instaurou uma queda de braço desgastante para ambos. Sei, são águas passadas.
    Mas quando Ana Júlia soube do que acontecera,e tentou corrigira cagada da ex-quase-futura-titular-da-Seduc, era tarde: Dionísio recusou-se a integrar sua equipe de governo.
    Por outro lado, duvido que Ana Júlia fosse trocar a eficiência de Dionísio pelos olhos estrábicos dos políticos marabaenses.

  6. hiroshi

    30 de junho de 2007 - 12:23 - 12:23
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    Meu caro Ademir, não é bem assim. Talvez estejam passando a você leitura errada dos fatos que ocorrem em Belém. Primeiro, Edilza é a única defensora de Dionísio dentro do governo. Segundo, o professor não obteve espaço na gestão do PT por culpa da atuação destrembelhada dele ao se autoproclamar porta-voz de Ana Júlia na região. Esqueceu a cagada que ele fez junto aos diretores de escolas? Foi comido em cheio (sem direito a mordida pelas beiradas) pela classe política: deputados e congêneres.
    Abs

  7. Quaradouro

    30 de junho de 2007 - 10:46 - 10:46
    Reply

    Sugiro, por favor, tirar a suposta intervenção da Sra. Dilza Fontes nesse caso do Sintepp sub-sede de Marabá. Ela não é chegada ao Dionísio Gonçalves. Aliás, é por causa da dona Edilza que o Dionísio jamais conseguiu um espaço no governo da Ana Júlia. Ele só não está sozinho nesta parada porque soube ganhar a confiança da maioria dos professores ao denunciar a má aplicação de verbas do Fundef, ao encarar o achincalhe de Miguelito e Vanda quando procurou a Câmara, em 2004, para repercurtir essas mesmas denúncias.

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