Hiroshi Bogéa On line

Calendário para o plebiscito

Ao clicar AQUI você terá acesso ao calendário eleitoral aprovado  pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  para a realização do plebiscito que decidirá sobre a possibilidade de desmembramento do Estado do Pará e a criação de duas novas Unidades da Federação naquela região: Carajás e Tapajós.

————

Atualização às 15:10

Estratégia agora dos coordenadores dos movimentos pró Carajás e Tapajós é ampliar campanha para  o cadastramento de novos eleitores, diante da data limite de 11 de setembro estipulada pelo TSE, e com a  definição de que o plebiscito ocorrerá em todo o Estado.

A partir de segunda-feira, 4, em todos os municípios das duas regiões, serão realizadas campanhas em rádio e jornais  incentivando  jovens  com mais de 16 anos –  ainda imberbes eleitoralmente -, a confeccionarem seus TEs.

Post de 

10 Comentários

  1. ALberto Lima

    6 de julho de 2011 - 14:20 - 14:20
    Reply

    #
    ” carajas e tapajos
    julho 1st, 2011 at 17:12

    Não vamos aseitar jamais o que o TSE na calada da noite impoe o carajs e tapajos nos vamos sim para o STF para que a constituição seja respeita e o que fala a carta magina no ART: 18 Ensiso 3 da constituição”

    “na calada da noite” ??… Interessante, não percebi nenhuma revolta do carajaenses quando foi votado na câmara federal apenas simbolicamente, quase sem quorum algum, na pressa e na surdina!”
    É sempre assim: ” PIMENTORIUM ANUS ALTROZ SUCUS EST!”..NO latim pra lá de tupiniquim..rsrsr!

  2. Karla Muaés

    6 de julho de 2011 - 10:06 - 10:06
    Reply

    Imaginem os Srs. se apenas a cidade de Belem capital do Estado do Para, (o qual será praticamenrte dizimado do mapa) participasse deste plebiscito?! Como voces se sentiriam? Pensa nisso , tu meu amigo, que ainda sonha com o plebiscito realizado apenas na região sul e oeste do Pará.!!! Imagine se o Governador, em represália a essa campanha traiçoeira pela divisão…, só investisse lá naquela região? Entretanto, muito pelo contrário, nestes ultimos 12 anos os maiores investimentos foram feitos justamente neste regiao que hoje quer se separar! Se mais não foi feito, é porque o GOVERNO FEDERAL NAO CUMPRE SUA PARTE, prometendo mas nao empenhando os valores. Como está acontecendo com o projeto Aline. Mas quero lembrar a voces da importancia de nós, santarenos e marabaenses, estudarmos vorazmente, nos qualificarmos porque bem ou mal os projetos estão chegando e ja tem empresas em Altamira alugando casas, que permanecem vazias, a fim de justificar o comprovante de residencia, para que hora H, sejam ocupadas por “estrangeiros”. Estes serão bem vindos sim! Mas nós. nativos, temos que ter a prioridade na hora da contratação. Porisso reforço a importancia de nos levarmos muito a serio nossos cursos, inclusive agora nas férias . Vamos estudar moçada, vamos fazer a nossa parte sem perder de vista nossos politicos aloprados qiue estao la em Brasilia caladinhos e levando banho dos Sarney. VOTO NÃO PELA DIVISÃO!

  3. Anônimo

    2 de julho de 2011 - 21:13 - 21:13
    Reply

    Se fizermos um plebiscito sobre em que divisão o Remo deve jogar na próxima temporada e proibirmos a torcida do Paissandu de votar vai ser “OMILHANTE” -Remo na 1ª Divisão.
    Será que alguem de sã consciencia acha que dividir o Pará é uma decisão apenas da parte que quer separar-se?Lógico que é de todos.Todos em todo o estado: os eleitores do oeste(leia-se Tapajós) vão opinar sobre Carajás e vice versa.
    Agora que este ítem está resolvido vamos para as idéias.

  4. Alessandro Bulhões

    2 de julho de 2011 - 10:23 - 10:23
    Reply

    Divlgue. O poder da vale, impede que os jornais burgueses divulguem…. Fw: Justiça: Vale pagará R$ 800 mil por “lista suja” de empregados‏

    01/07/2011
    Responder ▼

    Divlgue. O poder da vale, impede que os jornais burgueses divulguem…. Fw: Justiça: Vale pagará R$ 800 mil por “lista suja” de empregados

    Justiça: Vale pagará R$ 800 mil por “lista suja” de empregados
    30/06/2011 – 12h17
    Terra
    A Vale foi condenada pela Justiça a pagar R$ 800 mil por ter pressionado empresas terceirizadas e contratadas a dispensar ou não admitir pessoas que já entraram com processos trabalhistas contra a mineradora, criando assim uma “lista suja” de candidatos. O dinheiro será revertido para o Fundo de Amparo ao Trabalho (FAT).
    A acusação foi feita em agosto de 2006 na 12ª Vara do Trabalho de Vitória (ES) pelo Ministério Público do Trabalho da 17ª Região (ES). A Vale recorreu a quinta turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que não aceitou o recurso da empresa.

    Em sua decisão, o ministro do TST e relator do processo, Emmanoel Pereira, afirmou que “a denúncia diz que a recorrente (Vale) exercia pressão para que as empresas terceirizadas e contratadas dispensassem esses empregados ou impedissem a sua contratação. E a denúncia está devidamente provada”. O ministro afirmou ainda que a conduta da empresa foi “uma violência contra as normas protetivas do trabalho”.
    A Vale foi procurada, mas até o momento da publicação desta nota ainda não havia se posicionado.

    O Ministério Público Federal no Pará pediu à Justiça a suspensão do processo de licenciamento ambiental do Porto do Espadarte, projeto da mineradora Vale em Curuçá (132 km de Belém).

    O processo ainda nem teve início, mas a Procuradoria quer impedir qualquer discussão sobre o tema, porque o porto ocuparia áreas de uma reserva extrativista. A instalação de um empreendimento privado seria ilegal, segundo diz a ação ajuizada nesta terça-feira (28).

    Em 2008, o grupo RDP Empreendimentos e Serviços Portuários pediu ao Ibama orientações para o termo de referência –primeiro passo do licenciamento, no qual o Ibama definiria diretrizes para o estudo de impacto ambiental.

    Na época, a empresa tinha registros de ocupação em áreas que pertencem à União, inclusive dentro da reserva. Essa concessão foi adquirida pela Vale no ano passado.

    A mineradora mantém o interesse pela construção do porto, mas não avançou no processo. Por essa razão, a Vale disse que não se manifestaria sobre a ação. O Ibama também disse que nenhum empreendedor seguiu adiante com a ideia até agora.

    Para o Ministério Público Federal, os registros de ocupação são permissões transitórias, o que impede a construção de obras permanentes.

    A Procuradoria também considera que a obra causaria impactos às 2.000 famílias que vivem na reserva Mãe Grande de Curuçá, criada em 2002 no litoral paraense, em uma área de 37 mil hectares. Muitos moradores são pescadores, que seriam prejudicados pelo fluxo de embarcações no local.

  5. Antonio

    1 de julho de 2011 - 18:47 - 18:47
    Reply

    Perdemos uma batalha mas nao a guerra. Isso já era esperado, infelizmente os politicos da capital sao maioria e bem mais influente no cenario politico, ja sabem os meios para conseguirem o que querem, dificultando o pouco as coisas.Mas isso é bom. Sinal que eles estao preocupados e que eles sabem que aqui eles vao levar “pau”, mas sei que conseguiremos, afinal é o mais justo, chega de sermos “roubados” , de sermos deixados de lado, temos uma oportunidade unica, pena que ainda seja o Maurino….

  6. Rafael

    1 de julho de 2011 - 17:24 - 17:24
    Reply

    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição § 3º – Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar

  7. Monica

    1 de julho de 2011 - 17:21 - 17:21
    Reply

    O tse não viu oque diz o art 18 ensiso 3 da costituição

  8. carajas

    1 de julho de 2011 - 17:18 - 17:18
    Reply

    E muito omilhante oque o TSE impoe ao carjas e tapajos

    • Hiroshi Bogéa

      1 de julho de 2011 - 18:32 - 18:32
      Reply

      “omilhante” também é como você agride a língua portuguesa, meu caro 17:18. Não seria HUMILHANTE se o caríssimo lesse um pouquinho mais para não escrever de menos.

  9. carajas e tapajos

    1 de julho de 2011 - 17:12 - 17:12
    Reply

    Não vamos aseitar jamais o que o TSE na calada da noite impoe o carajs e tapajos nos vamos sim para o STF para que a constituição seja respeita e o que fala a carta magina no ART: 18 Ensiso 3 da constituição

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *