Hiroshi Bogéa On line

Bois no pasto

Durante realização de seminário sobre a criação do Estado de Carajás, promovido pela UFPA em Marabá, semana passada, uma estudante ligada ao Psol bateu duro nos sabatinados deputados Giovanni Queiroz, Asdrúbal Bentes e João Salame. Em determinado momento, fez afirmativa de que o interesse maior pela criação de nova unidade da Federação deve-se ao interesse de Asdrúbal e Giovanni serem fazendeiros.

Bentes reagiu educadamente fazendo um desafio a universitária:

– Se você encontrar em qualquer cartório do Sul do Pará alguma propriedade, além de minha casa que possuo em Morada Nova, em meu nome, imediatamente transfiro o imóvel para o seu nome. Nunca fui e não sou fazendeiro.

Rebatendo, também com educação, o questionamento da estudante, Giovanni Queiroz comentou a luta pela divisão como anseio generalizado, sem haver nenhuma ligação com a preservação de bens patrimoniais. E foi direto:

– Eu sou fazendeiro, me orgulho disso e tenho muitos bois, todos gordos, muitos gordos. Uma beleza!

O auditório caiu em risadas.

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5 Comentários

  1. Anonymous

    4 de maio de 2008 - 23:33 - 23:33
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    O setor que o deputado bem representa é um revés, uma vergonha! Mas peçonhento que o setor agropecuário paraense, nem cascavel. O agro é só pra constar. Na verdade é só boi mesmo. Gordos. O povo é que nem tanto. O auditório fez bem sorrir. Afinal, rico ri à toa!

  2. Hiroshi Bogéa

    3 de maio de 2008 - 21:05 - 21:05
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    Olá, Vicente.
    Acidez em excesso até se aceita, mas ser ofensivo, por si, é peçonhento.
    Abs

  3. Anonymous

    2 de maio de 2008 - 13:47 - 13:47
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    Deve ser algum frustrado , que nunca conseguiu sair da crítica para a ação. tanto que as observações foram dirigidas a vida pessoal e não ao desempenho político desses parlamentares. Você mandou bem Hiroshi. Foi peçonhento mesmo.

    Vicente- Marko belém

  4. Hiroshi Bogéa

    1 de maio de 2008 - 21:28 - 21:28
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    Dessa forma, seu jeito de fazer comentário nada difere de algo peçonhento também, não achas 3:48 PM?

  5. Anonymous

    1 de maio de 2008 - 18:48 - 18:48
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    Na pauta dos peçonhentos, deve estar a eliminação sumária de todos os fazendeiros e empresários.
    A falta de argumentação é vergonhosa. Zero de conhecimento do país e chavões e palavras de ordem contra o capitalismo.
    Quando chegam em algum cargo público, as primeiras coisas que compram são, um carrão último tipo e um apartamento de cobertura.
    Por isso, são chamados de socialistas de cobertura. Não confundir com bois e vacas de cobertura.

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