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Fausto Ferraz ganhou na justiça o direito de receber R$ 544 mil do PT por cuidar da campanha do partido no estado do Mato Grosso. Ferraz assumiu a campanha após ser indicado pelo então vice-presidente do PT mineiro, Romênio Pereira, hoje secretário nacional de Organização do partido. “Tínhamos candidaturas importantes como a da senadora Serys Slhessarenko e a do deputado federal Carlos Augusto Abicalli, mas a nossa prioridade era a disputa presidencial”, declarou Ferraz, que, à época, filiou-se ao PT.

Ferraz afirmou que o pagamento foi interrompido em 2005 com a queda do ex-tesoureiro Delúbio Soaresm, apontado como um dos operadores do mensalão. Em agosto deste ano, o STF (Superior Tribunal Federal) abriu processo para apurar a suposta participação de Delúbio e outras 39 pessoas no mensalão. Em novembro, Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, juiza da 5ª Vara Civil do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, reconhecei o direito do publicitário e condenou o diretório estadual do PT a pagar o que devia. A decisão é de primeira instância e o partido pode recorrer.

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