Auxílio emergencial bem poderia ser concedido pela prefeitura de Marabá

Publicado em 22 de março de 2021

Diversas prefeituras do Pará, inclusive Curionópolis, estão  fazendo esforços financeiros para viabilizar  auxílios emergenciais às suas famílias carentes.

Pequenos valores, como o de Curionópolis, onde a prefeita Mariana Chamon anunciou auxílio de R$ 150,00 visando amenizar a fome que está abatendo todas as famílias carentes do país em consequência da pandemia, seriam bem recebidos pelos necessitados.

A prefeitura de Marabá tem condições de analisar a liberação de algum tipo de auxílio emergencial para pelo menos 90 dias.

Qualquer valor poderia engrossar a raquítica parcela a ser liberada pelo governo federal,  limitado a uma pessoa por família, cos valores  entre R$ 150, R$ 250 ou R$ 375.

Sabe-se que o prefeito Tião Miranda tem em caixa cerca de R$ 150 milhões exclusivamente separado para futuros investimentos.

No momento em que famílias marabaenses perambulam pela cidade pedindo auxílio, apelando até para a conquista de pratos de comida, a prefeitura deveria olhar com mais sensibilidade essa questão, efetuando o levantamento daqueles chefes e chefas de famílias mais desafortunadas, para calcular o valor a ser dispendido.

Uma mensagem com pedido de autorização da Câmara Municipal seria aprovada sem qualquer dificuldade.

O que não pode é o prefeito municipal aguardar, na surdina, o desenrolar do auxílio federal, lavando as mãos com sua responsabilidade também na questão, que é um caso, profundamente de caráter humanitário.

Prefeito municipal que não se sensibiliza com tanta miséria açoitando lares marabaenses, à mercê da pandemia do coronavírus,  não merece os votos de quase 70% do eleitorado que o reelegeu.

Os investimento em obras podem ser preteridos, no momento, em favor da solidariedade humana.

A prefeitura de Marabá tem condições de definir um valor de auxílio emergencial e oficializá-lo sem muitas delongas.

Falta sensibilidade humana e vontade de fazer o bem.

Só isto!