Hiroshi Bogéa On line

Assanhando vespas

Ronaldo Porto, radialista e advogado, escreveu essa provocação  em sua coluna no caderno Bola, do Diário do Pará, dessa segunda-feira:

“O companheiro Rui Guimarães escreveu na coluna da Clube que iria mexer num vespeiro com o assunto abordado. Eu não temo mexer com as vespas e serei mais direto possível. O Parazão 2011 tem que ser modificado em muitas coisas, principalmente no que concerne a divisão de rendas. Remo e Paysandu sempre serão grandes e não podem ser comparados a ti mes pequenos, ou como querem alguns, emergentes. Como um time pode ser emergente se nem estádio tem para mandar seus jogos? Não deveria nem entrar na competição de acesso. Se tiver seu estádio, como é o caso do Águia de Marabá, ainda pode dar pitaco, mas na hora da divisão da renda não pode ser meio a meio. Remo e Paysandu representam bilheteria certa para todos os outros. Tirem ops dois do Parazão e vejam o fiasco que vai ser. Tem time aí que nem sabe sua origem, quanto mais o seu fim. São equipes de aluguel e ainda querem dinheiro?”

Nota do blog: a frase “não pode nem dar pitaco” é realmente brilhante, tanto quanto o pensamento do escriba barra pesada.

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5 Comentários

  1. chagasfilhodemaraba

    20 de maio de 2010 - 16:15 - 16:15
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    Se o Sr. Ronaldo Porto quer mesmo mexer em vespeiro, então que esquadrinhe a aplicação da dinheirama que historicamente foi depositada nas contas de Remo e Paysandu e nos diga o que foi feito da grana.
    Porque, até onde eu sei, Remo e Paysandu estão muito mais aquém do que os chamados emergentes ou pequenos, do contrário estariam os "grandes" na elite do futebol brasileiro, ou pelo menos na Série B.
    Quer dizer: Mesmo tendo estádio, mais torcida, mais renda e mais história, os dirigentes desses clubes – acobertados pela marrom Imprensa da capital – montam elencos fracos, conseguem resultados piores ainda e se atolam em dívidas que esperam pagar com dinheiro público.
    Uma prova de que o Campeonato Paraense é feito para REXPA está no fato de que em competições nacionais esses times não passam nem na porta.
    Queres um vespeiro, Sr. Ronaldo Porto? Ei-lo.

  2. Anonymous

    20 de maio de 2010 - 05:08 - 5:08
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    E esse "jornalista", desembarcará em nossa amada terrinha neste sábado, para cobrir a partida de domingo. Será muito "bem-vindo"! Ai, ai, ai… Não tô dizendo, mesmo?!!!

  3. Anonymous

    19 de maio de 2010 - 19:47 - 19:47
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    O sr. Ronaldo Porto. Fala a mais pura sinceridade, que a população que reside em Belém, este é o mais profundo sentimente dos belenenses, mais uma vez, o estado do Pará não passa da alça viaria, é por isso que este estado tem que ser dividido, para que depois eles vejam quanto os povos do sul e do tapajos sustentam o povo da capital, vai reduzir muito seu Ronaldo os cabides de emprego de voces.

  4. Anonymous

    18 de maio de 2010 - 20:26 - 20:26
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    A idéia não é nova,nem totalmente descabida,mas há que ser observado o outro lado da moeda,faça-se um campeonato também só com a dupla RE X PA,o que seria ? Além disso Remo e Paysandú já criaram aquipes "filiais" ao longo de sua história. Renda 100% na casa de cada mandante,me parece justo.Ou seu Ronaldo Porto gostaria que na Copa do Brasil,se o Mengo vier jogar em Belém,que fique com 80% da renda ? Que tal essa ,seu Ronaldo ? Pau que dá em Chico,também dá em Francisco,meu camarada !

  5. Quaradouro

    18 de maio de 2010 - 20:12 - 20:12
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    Tirem as salvadoras tetas públicas da boca de Paysandu e Remo e vejamos o que sobra. Se não está dando para pagar a Justiça do Trabalho, fruto das más administrações…
    De Remo e Paysandu restam hoje os jurássicos cronistas esportivos encalhados num tempo de glória. Glória que profissionais da picaretagem usaram em benefício próprio para eleger-se ou assumir cargos de altíssimo custo para o dinheiro público.
    Se calhar, agora, esses times que não conseguem passar da Série C, um, e outro com muito desgaste e marmelada do "arquiamigo" chega enfim à Série D (dos desesperados)ainda têm futuro?
    Inda mais com a emancipação de Carajás, quando nos livraremos deles e da FPF, propriedade do coronel Nunes?
    Quem sobreviver, verá…

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