Hiroshi Bogéa On line

Agora é a vez da Cedro

De um lado, o radicalismo campesino de Trocate e sua turma.

Em outro plano, o bom senso de Jorge Nery e Ulisses Manaças

Os três personagenstêm  têm em comum a ocupação de cargos  importantes do MST. 

Trocate é o ideólogo do barbarismo campal de destruição das propriedades, como vem patrocinando nos últimos dias.

Nery e Ulisses entendem que o MST não pode perder a oportunidade de avançar no projeto de Reforma Agrária tendo governos aliados, como é o caso do Pará.

A divisão dentro do movimento ganha contornos inconciliáveis.

Se depender de Trocate, a ordem é destruir tudo para desestabilizar até o governo Lula.

Como Trocate e seus lobos humanos querem mesmo tocar fogo no palheiro, as propriedades rurais do Sul e Sudeste do Estado continuarão sitiadas.

Programa-se para as próximas horas, ações fulminantes e de extremo risco à estabilidade.

Três áreas deverão ser atacadas.

Simultaneamente: ferrovia, Curva do S e fazenda Cedro

A Estrada de Ferro Carajás deverá ser bloqueada nas proximidades do acampamento do MST, no mesmo local onde o movimento paralisou os trens da Vale, em vezes anteriores. .

Ao mesmo tempo, outro grupo postará contingentes, mais uma vez, na Curva do S, fechando a PA-150.

E, para jogar pá de terra sobre o caixão, invasão da fazenda Cedro, utilizando a mesma tática de terror que destruiu imóveis e equipamentos das fazendas Maria Bonita, Espírito Santo e Rio Vermelho.

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5 Comentários

  1. Anonymous

    13 de novembro de 2009 - 14:42 - 14:42
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    Anônimo das 14:30 falou tudo com propriedade, este canalhas que fazem parte desta quadrilha que se chama MST, não querem terra para produir e sim para virar moeda de negocio, eles tiram a madeira vedem, e a terra trocam,vedem fazem qualquer macacutaia e depois vão para outra propriedade onde começa tudo novamente, o que tem muito nestes acampamentos é cachaça, armas e outras coisas escabrosas…E o governo dando dinheiro para esta cambada continuar a farra com dinheiro do contribuinte.

    Carajaense

  2. Anonymous

    13 de novembro de 2009 - 13:08 - 13:08
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    Ah mais na minha fazenda eles não vão… Por que eu pico-fogo neles. Querem terras de quem trabalha a vida toda, para vender como gado por lebre.

  3. Anonymous

    11 de novembro de 2009 - 17:30 - 17:30
    Reply

    Eu sou idiota,mas,se desde 1972 são assentados colonos na região de região sul/sudeste do Pará,e até hoje comemos arroz do Goiás e Rio Gde. do Sul,feijão e milho da Bahia,Mato Grosso e RS, farinha do norte e nordeste do Pará,frutas e hortifruti vem do entreposto goiano de Anápolis. O mst briga nesses 37 anos ,com qual objetivo ? Nada de útil se produz nesses assentamentos !?!Alguém defensor dessa corja,pode responder ? Repito,sou o Eremildo, o idiota.

  4. Pablo

    10 de novembro de 2009 - 22:30 - 22:30
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    Não faz sentido "atacar" a Curva do "S", lá é um espaço simbólico para o movimento.

    A destruição do latifúndio na região é um fato! Viva o MST!!!!

  5. Anonymous

    10 de novembro de 2009 - 18:19 - 18:19
    Reply

    Hiroshi,no mst não existe bom senso,tudo que esses bandidos fazem é ardilosamente planejado,e nesse momento,o comportamento desses "chefes de quadrilha" que voce nomeia de lideranças,faz parte de uma articulação programada,para iludir os contribuintes,uma vez que a opinião pública,está em peso,se voltando definitivamente,contra essa corja de baderneiros incompetentes e inúteis.Não se deixe iludir,é tudo articulado,nada de bom senso.Como diziam nossos avós:são FARINHA DO MESMO SACO !

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