Agora é a vez da Cedro

Publicado em 10 de novembro de 2009

De um lado, o radicalismo campesino de Trocate e sua turma.

Em outro plano, o bom senso de Jorge Nery e Ulisses Manaças

Os três personagenstêm  têm em comum a ocupação de cargos  importantes do MST. 

Trocate é o ideólogo do barbarismo campal de destruição das propriedades, como vem patrocinando nos últimos dias.

Nery e Ulisses entendem que o MST não pode perder a oportunidade de avançar no projeto de Reforma Agrária tendo governos aliados, como é o caso do Pará.

A divisão dentro do movimento ganha contornos inconciliáveis.

Se depender de Trocate, a ordem é destruir tudo para desestabilizar até o governo Lula.

Como Trocate e seus lobos humanos querem mesmo tocar fogo no palheiro, as propriedades rurais do Sul e Sudeste do Estado continuarão sitiadas.

Programa-se para as próximas horas, ações fulminantes e de extremo risco à estabilidade.

Três áreas deverão ser atacadas.

Simultaneamente: ferrovia, Curva do S e fazenda Cedro

A Estrada de Ferro Carajás deverá ser bloqueada nas proximidades do acampamento do MST, no mesmo local onde o movimento paralisou os trens da Vale, em vezes anteriores. .

Ao mesmo tempo, outro grupo postará contingentes, mais uma vez, na Curva do S, fechando a PA-150.

E, para jogar pá de terra sobre o caixão, invasão da fazenda Cedro, utilizando a mesma tática de terror que destruiu imóveis e equipamentos das fazendas Maria Bonita, Espírito Santo e Rio Vermelho.