Adelmo faz terrorismo psicológico dentro do Grupo Mateus

Publicado em 18 de dezembro de 2012

 

 

No início da tarde dessa segunda-feira, 17, o poster visitava, pela primeira vez, as instalações do Supermercado Mateus, recentemente inaugurado, na Folha 33.

Acompanhado de dois amigos, percorríamos a loja quando, em determinado momento, fomos abordados por um funcionário do supermercado conhecido do blogueiro que, incontinenti, pediu nosso apoio:

Nós queríamos que você colocasse no seu blog que o vereador Adelmo, aquele do sindicato dos comerciários, está nos pressionando para que a gente pressione  o dono do Mateus a atender  a algumas exigências que o sindicato dele está fazendo.

E o rapaz nos levou a falar com outros colegas dele, naquele momento postados em funções estratégicas da loja, que também registraram suas preocupações:

Até em greve alguns caras que trabalham para o Adelmo,  no sindicato,  já andaram falando pra gente, mas fazer greve é impossível porque senão a gente pode perder o emprego, disse outro.

Pior é que não podemos perder esse emprego, passamos muito tempo desempregados, e temos que segurar essa oportunidade.

Em seguida, o poster perguntou se estava havendo algumas demandas pendentes, entre a direção do supermercado e o quadro funcional.

Nós temos alguns problemas, sim, levados ao conhecimento de nossa gerência, que está negociando com a direção, para resolvê-las, no que se refere ao horário de trabalho, nos dias de domingo, e outros pequenos problemas.  Só que a gente não pode ficar no meio dessa briga.

A gerência da loja confirmou a existência de negociações entre o Sindicato dos Comerciários, do qual Adelmo Azevedo é presidente, e o Grupo Mateus, principalmente no que se refere a  regularização da carga horária dos colaboradores, durante a abertura da loja, aos domingos.

Só que a gerência se espantou com a agressividade do sindicalista, em pouco mais de vinte dias de abertura da loja, sem dar tempo para que o setor de recursos humanos defina uma pauta de negociação.

É bastante conhecido o  modus operandi de Adelmo, aquele velho conhecido do povo marabaense, agora de retorno à Câmara Municipal, depois de seu afastamento daquela casa  por quatro anos .

Quem se lembra do que ele praticou quando exercia mandato, tem vergonha de tê-lo como representante dessa cidade.

Adelmo é especializado em criar dificuldades para “ganhar facilidades”.

Donos de supermercados em Marabá sofrem na mão desse caraíba terceiro-mundista.

Para se submeterem às exigências nem sempre republicanas dele, são quase sempre obrigados a “ceder”, também, a “exigências” nem sempre republicanas.

Adelmo é um mal para este município, devidamente avaliado como pernóstico, durante  período em que exerceu mandato na Câmara Municipal.

Agora, estimula ambiente de terrorismo psicológico dentro da loja supermercadista,  sabe-se lá para se contentar com que.

A ameaça de obter na Justiça Trabalhista multa milionário caso o Grupo Mateus não atenda suas exigências, nem bem o empreendimento foi aberto na cidade, faz parte do show de Adelmo.

Ele atua assim: sangra, sangra, até seu algoz abrir a língua. Bem entendido, “né”?

Aliás, bom dizer, em Marabá,  é conhecida grande parte de uma cambada de pseudas lideranças sindicais que vive às turras com o capital, praticando extorsão e todo tipo de atos indecorosos.