Hiroshi Bogéa On line

Adécimo agora quer a Sema

Brecado em sua pretensão de assumir a direção do Detran, em Marabá, o ex-prefeito de Itupiranga, Adécimo Gomes, volta-se agora para cavar emprego na unidade regional da Sema. Preferencialmente, gerenciar o órgão aqui na região.

Protegido de Mário Couto (PSDB), Adécimo tem dito a amigos que é “uma questão de honra”, para o senador, viabilizar-lhe alguma assessoria no governo Jatene.

O que se questiona agora é qual comprometimento tem o senador Mário Couto com a ética e  moralidade defendidos de público pelo novo governo do Estado. Endossar nomes contaminados por má conduta na gestão pública, como é o caso de Adécimo, joga às favas aqueles valores.

Adécimo, antes de buscar novo emprego estatal, precisa limpar seu prontuário.

E Mário Couto dizer-lhe isso, de bate-pronto.

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2 Comentários

  1. Anonymous

    10 de janeiro de 2011 - 23:26 - 23:26
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    Que moralidade é essa? Na SEAD a Secretária Alice, designa seu esposo para ocupar, "até ulterior deliberação", a Diretoria de Saúde Ocupacional do Servidor – DSO.

    PORTARIA Nº 0036/2011 – GS, DE 07 DE JANEIRO DE 2011.

    A SECRETÁRIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO, no uso de suas atribuições que lhe foram delegadas pelo Decreto Governamental de 1º de janeiro de 2011, publicado no DOE nº 31.824 de 03.01.2011.

    RESOLVE:

    DESIGNAR o servidor ADELINO CARVALHO MONTEIRO, Id.Funcional nº 3209326/1, ocupante do cargo de Economista, para responder pela Diretoria de Gestão da Política de Saúde Ocupacional do Servidor – DSO, a contar de 04.01.2011 até ulterior deliberação.

    REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE.

    SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO, 07 DE JANEIRO DE 2011.

    ALICE VIANA SOARES MONTEIRO

    Secretária de Estado de Administração

  2. Vicente Cidade

    10 de janeiro de 2011 - 19:03 - 19:03
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    Caro Hiroshi,

    Tem coisas que não dá para ficar calado.

    De acordo com a reportagem do jornal Diário do Pará, "na ocasião, o secretário de Estado e Lazer, Sahid Xerfan, acompanhado de uma equipe de engenheiros e técnicos da Universidade Federal do Pará (UFPA), identificou que 16 módulos estruturais do Mangueirão estão com a composição física comprometida, o que afeta a capacidade máxima do estádio. Ainda sim, o secretário acredita que o clássico não está ameaçado, pois mesmo com número reduzido o Mangueirão ainda apresenta capacidade maior que Baenão e Curuzu."

    Ainda da reportagem da frutica: "A situação piora quando a vistoria passa para o campo. A grama está alta e sem cuidados adequados, visto que existe apenas uma máquina aparadora. Além disso, as catracas eletrônicas estão destruídas; o tempo e o clima desgastou pilares, grades e portões. As arquibancadas apresentam grandes desníveis entre si, colocando em risco a segurança dos torcedores nesses pontos". Os grifos são meus.

    Vejam bem, se lermos com bastante atenção a nota, chegaremos a dois tipos de problemas: o primeiro, de fato, de manutenção, grama alta e maiores cuidados com o gramado, coisa natural para um campo que está ha alguns meses sem uso, aliais essa é a principal questão, infelizmente o espaço é ocioso e isso contribui para que a manutenção seja precária. Já as catracas eletrônicas é sim questão de manutenção, que deve ter sido somado à questão do desuso e talvez falta de segurança mais efetiva. Nada porém que não se resolva rapidamente ou que venha a impedir o uso do estádio. Isso é uma coisa.

    Agora, com relação as questões estruturais, isso é outro problema. O Mangueirão foi entregue em 2002, sendo portanto uma obra nova, só oito anos se passaram, por isso não se pode justificar danos estruturais à falta de manutenção e sim a construção, ou seja, os responsáveis por essa situação são os construtores do estádio e o governo tucano da época, pois ao que parece não fiscalizou a obra.

    Portanto, não passa de mais um factóide político essa situação do mangueirão.

    Essa é mesma questão da Alça Viária, do sistema de refrigeração da Estação, dos vidros do Hangar, entre outras coisas, obras feitas as três "porradas" com problemas estruturais, que além de tornar cara a manutenção, não resolvem em definitivo.

    É muita cara de pau mesmo !!!

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