Acusações amalucadas contra Vanda Américo são rebatidas pela vereadora

Para quem conhece a vereadora licenciada Vanda Américo (foto), como o blogueiro aqui, a palavra correta para descrever as “acusações” contra ela de um ex-servidor da Casa da Cultura de Marabá, é essa mesmo: amalucada.

Nec caput nec pedes, usando a expressão popular romana  – sem pé nem cabeça.

Pode-se dizer tudo de Vanda, que atualmente ocupa a presidência da Fundação Casa da Cultura de Marabá, licenciada do cargo de vereadora, menos que ela tenha perfil para  mandar assassinar alguém – como tenta fazer crer o ex-servidor da FCCM,  Daniel Silvestre Rodrigues, que pediu exoneração do cargo de geólogo da fundação no final do ano passado e passou a enviar e-mails e mensagens de Whatsapp ameaçadores a várias pessoas, inclusive à própria Vanda Américo.

Algo que não faz sentido.

Ao ter acesso às mensagens disparadas pelo rapaz a diversas pessoas, dá pra perceber, de cara, a “babel amalucada” ali contidas, ora disparando acusações contra  juízes e promotores, ora desqualificando o quadro funcional da Casa da Cultura, em outras situações enviando ameaças a Vanda e a ex-colegas de trabalho.

Há um sentido de desestruturação psíquica no roteiro de Daniel, que muda o modo como a pessoa pensa, sente e se comporta.

A exposição da tal “acusação” contra Vanda Américo deveria ter sido precedida de uma averiguação mais cuidadosa, porque o fato está expondo muitas pessoas que de repente se veem vítimas de um enredo lunático.

Conversando com Vanda Américo e com servidores da Fundação Casa da Cultura, a conclusão que se chega é essa mesma contida nos esclarecimentos da vereadora, em nota enviada aos meios de comunicação.

O blogueiro repete: Vanda Américo é personagem contemporânea marcante da vida pública de Marabá, com histórias de luta e em defesa dos interesses maiores da comunidade.

Tentar envolvê-la em tramas de assassinatos é delírio de quem tem alguma desconexão com a realidade.

Abaixo, a nota de Vanda Américo.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

Diante de denúncias descabidas realizadas por Daniel Silvestre Rodrigues, ex-servidor da Fundação Casa da Cultura de Marabá, a vários servidores da referida entidade, a presidente Vanda Régia Américo Gomes, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

1) Daniel Silvestre Rodrigues foi contratado em três ocasiões distintas junto à Fundação Casa da Cultura de Marabá para o cargo de geólogo, entre os anos de 2018 e 2021. Em todas elas, foi exonerado a pedido do próprio, sem nenhum problema de relacionamento ou falta de capacidade técnica.

2) Mas logo após sua mais recente saída, Daniel Silvestre passou a enviar algumas mensagens ameaçadoras, via e-mail e WhatsApp, a vários contatos alegando estar sofrendo perseguição e demonstrando, ao mesmo tempo, algum tipo de transtorno mental.

3) Por causa das ameaças, o assessor jurídico Wálisson Xavier, a coordenadora do setor de Etnologia, Mirtes Emília, entre outros servidores e a própria presidente Vanda Américo tiveram de registrar Boletim de Ocorrência solicitando medidas protetivas em função das mensagens enviadas por Daniel Silvestre;

4) Eu mesmo prestei Queixa Crime por calúnia e difamação, anexando prints de conversas, e-mails e todo tipo de evidência que demonstra a não prática do citado crime de tentativa de homicídio que ele alega que recebeu de minha pessoa. Também fiz juntada de documentos e provas ao Ministério Público Estadual de Parauapebas, onde ele fez denúncia contra mim.

5) Nas mensagens endereçadas às pessoas acima citadas, ora Daniel ameaça, ora pede desculpas e demonstra confusão mental que teria iniciado antes mesmo da separação da esposa. O certo é que seu estado de saúde carece de cuidados urgentemente, o que a família dele ainda não providenciou, sob o argumento de que o geólogo se nega a submeter-se a tratamento especializado;

6) Nos e-mails e mensagens enviados aos servidores desta Fundação, ele também ameaça juiz e defensor público que atuaram em casos relacionados a seu nome.

7) Aliás, a ex-esposa ingressou com pedido de medida protetiva contra Daniel Silvestre na Justiça de São Paulo, também devido a ameaças que vinha sofrendo dele após a separação;

8) Reafirmo que no período em que Daniel Silvestre prestou serviço para a Fundação Casa da Cultura de Marabá, só participei de reunião com ele acompanhado de coordenador do departamento em que trabalhava. Enquanto presidente da instituição, sempre mantive com Daniel o respeito dispensado a todo servidor.

Vanda Régia Américo Gomes
Presidente da Fundação Casa da Cultura de Marabá