Aborto compulsório

Publicado em 4 de janeiro de 2011

Aborto paterno



Eu sou contra o aborto. Jamais faria um, caso contrário, Tarsila não existiria.


Mas sou favorável ao aborto do pai.


As mães deveriam escolher que pai querem para os seus filhos. A paternidade é uma sociedade, afinal!


É claro que há a forma mais lógica: prevenir-se dos cretinos.


Mas, às vezes, a cretinice só surge depois da gravidez.


Nesses casos, a mãe poderia ter a opção de ir a um banco de dados de homens aptos a serem pais. É, tem tanto homem por aí que sonha em ter filhos, que gostaria de acompanhar a emoção da gravidez, do parto. Assumir um filho é acompanhar e curtir tudo, afinal.


Pai não é aquele que cria? Pois então…


Conheço vários casos em que a mãe recorreria ao tal banco, se ele existisse
 
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Texto é de Waleiska Fernandes, com endosso irrestrito do poster – um pai carinhoso, dedicado e acompanhante emotivo das três gravidez de Sonia.
 
E do parto, com direito a gravação de todas as fases das crianças – hoje adultos bem encaminhados.
 
Waleiska supera-se, quando amanhece assim, do jeito que escreveu.
 
Gosto do estilo dessa menina.