Hiroshi Bogéa On line

A pesquisa que está dando o que falar

 

 

Com sua verve irônica e ferina, Parsifal Pontes comenta o comentário do cientista político Edir Veiga sobre uma pesquisa para a prefeitura de Belém, que está dando o que falar pelos lamentáveis erros identificados na metodologia do instituto.

A pitada de ironia do blogueiro começa pelo título do post (“Cientista político coloca em cheque a pesquisa do Acertar em Belém”) – onde a palavra cheque coloca em xeque a credibilidade dos dados recolhidos pela  pesquisa

 

Reproduzimos a integralidade do post de Parsifal, convidando os leitores a darem também uma esticadinha até o bem escrito  blog de Pontes.

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Cientista político coloca em cheque (*) a pesquisa do Acertar em Belém

 

O cientista político Edir Veiga, que assina o blog “Bilhetim”, tece considerações pertinentes sobre a pesquisa do “Instituto Acertar” publicada no “Blog do Bacana” e repercutida aqui.

> Exclusão da lista de nomes de prováveis candidatos

Observa Edir que “para manipular o resultado de uma pesquisa, basta excluir nomes competitivos da lista de candidatos apresentados ao eleitor” e opina que a referida pesquisa incorreu nessa espécie no momento em que não ofereceu aos pesquisados nomes que já estão expostos como prováveis concorrentes: o radialista Jefferson Lima (PP), Zé Francisco (PV), Cássio Andrade (PSB), Pinduca (PRP) e Jorge Panzera (PCdoB).

> Considerações sensatas

Não se pode deixar de conceder razão às ponderações editadas por Edir Veiga. Eu observei, em rápida crítica à pesquisa, que a margem de erro se fez alta (4%), o que talvez fosse evitado com uma melhor dimensão territorial das amostras e a inserção dos nomes retro referidos.

Não devo crer que a dianteira de Edmilson Rodrigues (PSOL) se pudesse alterar se as observações de Veiga fossem atendidas, mas é certo avaliar que a desatenção a elas seria capaz de mudar os resultados restantes, tanto em percentuais quando em posições.

*A palavra “cheque” no título da postagem, no sentido empregado, deveria ser grafada  com “x” (xeque). A grafia “cheque” é um trocadilho.

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Atualização às 17:29

Parsifal Pontes decidiu retificar o título do post alvo de reprodução acima, trocando a palavra cheque por xeque, com direito a pedido de desculpas.

Post de 

1 Comentário

  1. Pedro Paulo

    21 de agosto de 2012 - 19:31 - 19:31
    Reply

    Vc está vendo que parece que a pesquisa do cheque tinha razão. Vcs não acreditam no IBOPE? O grande cientista político fala muita besteira e tem desvio de caráter. Que digam aqueles que conviveram com ele no movimento universitário, como eu. A pesquisa da empresa acertar parece que estava certa. Agora o Jefferson Lima que em sua pesquisa aparece com 9%. Caramba, o cara comparou com o resultado do IBOPE para se justificar. Quanta babaquice para um dentista cientista politico.

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