Hiroshi Bogéa On line

A matilha morde

Vem ver, correndo, os ” bandidos” trocando tiros nas ruas de São Paulo, está sendo mostrado ao vivo.

Ao ser chamado aos gritos, agora a pouco em casa, para ver o que acontecia na televisão, o poster quase entra em estado de choque, com toda sinceridade. Na tela, nao eram “bandidos” como se achava inicialmente, quem trocava tiros, mas as polícias Civil e Militar de São Paulo.

A cena, dramática demais para emoldurar o final de dia de nossa triste realidade, colocou o blogger em demorado estado de reflexão, indagante, sem mais nenhuma dúvida, sobre a verdadeira estrutura moral e profisional dos quadros responsáveis pela nossa segurança pública.

Estava muito inspirado realmente, 35 anos atrás, o inventivo Julinho da Adelaide – Chico Buarque disfarçado -, ao cravar os versos:

-“Acorda amor, eu tive um pesadelo agora. Sonhei que tinha gente lá fora, batendo no portão… Chame o ladrão, chame o ladrão!”

Post de 

5 Comentários

  1. El Cid

    17 de outubro de 2008 - 14:00 - 14:00
    Reply

    “POLÍCIA”, Um dos maiores problemas
    sociais do Brasil.
    Muitos bandidos fardados e armados disfarçados de policiais. Desmotivados, desacreditados, despreparados e mal remunerados.
    “Vou-me embora pra Pasárgada…

    El Cid

  2. Hiroshi Bogéa

    16 de outubro de 2008 - 22:46 - 22:46
    Reply

    Telma, na mosca, garota:

    “Polícia para quem precisa de polícia….”

    Rs rs rs

  3. telmachristiane

    16 de outubro de 2008 - 21:59 - 21:59
    Reply

    É Hiroshi, como diz a letra dos Titãs….” Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia….”

  4. Hiroshi Bogéa

    16 de outubro de 2008 - 21:08 - 21:08
    Reply

    Oi, Edir, prazer tê-lo no espaço.
    Peçamos proteção às santissimas trindade ..
    É a saída, parceiro.
    Um abraço

  5. Edir Gillet

    16 de outubro de 2008 - 20:48 - 20:48
    Reply

    Caro Hiroshi,
    Hoje de manhã (quinta, 16), no Rio de Janeiro, as imagens de uma batida policial no morro. Um policial descarrega o fuzil contra um inimigo que ninguém via. O que se via eram civis, homens, mulheres e crianças, correndo para fugir das balas.
    À tarde, a troca de tiros. Policia contra polícia. Valha-nos quem ?
    Edir Gillet
    jornalista

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *