Hiroshi Bogéa On line

Em Santarém, o ódio contra uma professora de ensino público

A sociedade brasileira tem um histórico de intolerância com a diferença e que essa intolerância é constitutiva da estrutura social do país.

Mais um exemplo de tempos sombrios, o país está vivendo, vem lá de Santarém.

Denúncia de que uma professora da rede pública de ensino foi agredida, mantida em cárcere privado e, absurdo dos absurdos, torturada pela ex-secretária adjunta da Semed (Secretaria Municipal de Educação) no governo Alexandre Von (2013-2016) Marilza Serique.

O Jeso, em seu blog sempre em cima do lance, é quem nos passa a informação.

Esse caso de Santarém vem enriquecer capítulos de uma longa história no Brasil de intolerância com os mais pobres, com os negros, com as mulheres, com as crianças dentro de casa etc.

Intolerância para com a diferença, sobretudo com a diferença que não se sujeita às relações hierárquicas, é um dado histórico e constitutivo da estrutura da sociedade brasileira.

Ódio cada dia se consolidando,  fomentado em grande parte pelos meios de comunicação.

 

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