Hiroshi Bogéa On line

Familiares de vítimas do naufrágio no Furo do Arrozal criticam Marinha

“Estamos desesperados e pedimos que alguém olhe por nós. Continuamos acompanhando as buscas, mas eles fazem corpo mole e não vemos um trabalho sério de verdade. É uma angústia sem fim, pois não temos respostas e queremos que façam algo, está sendo muito triste pra gente”, disse Alda Telles.

Desabafo é de Alda Michelle Torres, filha de uma senhora de 62 anos – Raimunda Santos – que encontrava-se na embarcação que naufragou  no Furo do Arrozal, criticando a falta de interesse da Marinha e demais órgãos envolvidos no trabalho de busca dos  corpos ainda desaparecidos.

Seis pessoas morreram no acidente e outras 43 foram resgatadas com vida.

Alda diz que as buscas seguem em ritmo lento e nenhum plano da Marinha ou órgãos competentes é realizado na região, para resgatar os corpos.

A lancha Luar C saiu de Belém na tarde do dia 7 de dezembro, e seguiria viagem para o município de Ponta de Pedras, no Marajó, mas naufragou próximo da cidade.

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