Hiroshi Bogéa On line

“Vamos à guerra”

– O MST não vai negociar com ninguém, coisa nenhuma. Todos os governos são iguais. Vamos à guerra.

A declaração de importante membro da coordenação regional do MST foi anotada pelo poster em longo bate-papo no final da tarde de sexta-feira, na orla de Marabá. É um sinalizador do que se pode esperar do movimento a partir da suspensão abrupta, pela própria organização social, da reunião realizada no meio de semana em Belém com representes dos governos estadual e federal.
Está marcada para este sábado, em local desconhecido, a reunião central de coordenadores para definir os passos do MST. O alvo é a Companhia Vale do Rio Doce.

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Atualização às 10:11

Diante do iminente conflito na região de Carajás, é preciso registrar os esforços do governo estadual em tentar levar à mesa de negociações itens apontados como agenda reivindicatória do MST. A própria ação policial planejada para retirar manifestantes da ferrovia foi suspensa graças à mobilização de assessores de Ana Julia.
Ir agora para o confronto sem exaurir diálogo é expor o próprio governo camarada dos movimentos sociais e justificar ações militares em prováveis áreas de anarquia.

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3 Comentários

  1. Quaradouro

    6 de novembro de 2007 - 16:15 - 16:15
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    De fato, tô em débito. Comigo e com os leitores. Descompassos na vida!… mas eles passarão, e eu passarinho.

  2. Hiroshi Bogéa

    6 de novembro de 2007 - 02:14 - 2:14
    Reply

    Eu vi. E li, caríssimo. Sempre estou no Quaradouro. Todo dia. Várias vezes. Só que tens de trabalhar mais o blog.
    Beijos.

  3. Quaradouro

    4 de novembro de 2007 - 22:30 - 22:30
    Reply

    Caro:
    Antes que tragam a cruz, os pregos e o martelo para a crucificação do MST (no caso Vale), dá uma olhada no Quaradouro, onde está o manifesto dele, a última resistência política existente no Brasil.

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