Hiroshi Bogéa On line

Tião Miranda não é investigado pelo Ministério Público

Não passaram de fake News publicações em blogs e redes sociais dando conta de que o prefeito Tião Miranda, de Marabá, teria sido citado pelo Ministério Público Federal num Procedimento Preparatório  destinado a apurar  indícios de incompatibilidade de carga horária de  servidoras e a  existência de nepotismo na Secretaria Municipal de Saúde envolvendo o ex-secretário de Saúde de Marabá,  Marcones José Santos da Silva); Marcos Jova Santos da Silva (diretor técnico do Hospital Municipal de Marabá) e Darmina Duarte Leão Santos (secretária municipal de Saúde de Marabá).

Em nenhum momento o nome do prefeito é incluído no documento.

O site  Pebinha de Açucar relata que  “no PP, o Ministério Público afirma considerar a documentação recebida, relatando diversas irregularidades, na esfera da Secretaria Municipal de Saúde de Marabá, com supostas incompatibilidade de carga horária de servidoras e existência de nepotismo, configurando, em tese, vários indícios de ato de improbidade administrativa que merecem melhor investigação; cujos indícios levantados na documentação anexa, apontam para possível cometimento de ato de improbidade. Surgindo, de acordo com o Promotor de Justiça Titular da 11ª Promotoria de Justiça de Defesa da Probidade Administrativa e Tutela das Fundações e Entidades de Interesse Social de Marabá, Alan Pierre Chaves Rocha, a necessidade de melhor apuração dos fatos descritos na representação mencionada”.

 

Diz ainda o blog de Parauapebas:

 

“Ainda de acordo com a denúncia recebida pelo MP, Cybelle, apesar de ser técnica de enfermagem, vinha realizando serviços fisioterapêuticos a domicílio desde julho de 2018; função que contraria tanto a profissão quanto uma licitação da SMS que não incluía o atendimento que ela vinha prestando.

A mesma servidora, conforme constante na denúncia, estaria trabalhando por oito horas diárias, em três dias da semana, mas sem comparecer para assinar seu ponto na SMS, iniciando o expediente às 13 horas, em um hospital particular de Marabá, por meio de uma empresa da qual ela é proprietária.

Mas, a denúncia aponta que Cybelle apenas ia ao órgão nas terças e quintas-feiras para cumprir expediente de auxiliar administrativo junto à assessoria jurídica do órgão, das 8h30 às 12h00.

Quanto a médica Daniela Casanova Pereira Veloso, conforme o documento, a situação era ainda mais grave, pois, esta havia sido contratada pela empresa EBSERH no dia 10 de janeiro de 2017, para prestar serviço ao Hospital Universitário de Grande Dourados no Mato Grosso do Sul, onde cumpria 24h semanais estipulada pela empresa pública federal.

Depois, contratada pelo município de Marabá, para realizar cirurgias de cabeça e pescoço, com jornada de 20 horas semanais o que já demonstrava a impossibilidade de estar em duas cidades tão distantes prestando serviço”.

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