Hiroshi Bogéa On line

Terceirizadas da Vale dão calote no comércio de Marabá

 

A empresa Integral, de propriedade do prefeito de Parauapebas, Valmir da “Integral”, carrega em seu histórico o peso de aplicar calotes em seus parceiros e de estar vivendo, há vários anos, sob a égide da falência.

Essa realidade é do conhecimento de todos que residem em Parauapebas.

Embora “cacifada”  por uma biografia  de fracassos, a Construtora Integral conseguiu firmar contrato com a mineradora Vale, terceirizada num dos trechos de expansão da Estrada de Ferro Carajás, no município de Marabá, onde repetiu aqui, as peraltices nada abonadoras de sua área original de atuação.

Resultado: somente para três empresas locais, a Integral aplica um calote  de mais de R$ 1 milhão – sem citar dezenas de outras pequenas empresas que estão, literalmente, em regime de falência total por causa do golpe aplicado pela construtora do prefeito de Parauapebas.

Esta tarde, oito pequenos e médios empresários estiveram na redação do Blog apresentando as faturas pendentes, num ato de desespero, “para que a opinião pública saiba o que estamos passando e a Vale, contratante da Integral, tome alguma providencia prática  e a terceirizada nos pague o que deve”, disse um dos denunciantes.

E não é apenas a Integral quem  está aplicando calote na praça de Marabá.

A nacional Mendes Junior, também, assinando um rastro de dívidas, todas provenientes de serviços realizados pelas empresas de Marabá nas obras de expansão da Estrada de Ferro.

“A gente já esteve com executivos ds Vaçe mostrando nossos prejuízo, mas tudo que a mineradora afirma é que está tomando providências, sem nunca mostrar quais e a praticidade de seus atos”, conta outro denunciante.

O pôster ficou impressionado com a situação de desespero dos empresários lesados pelas duas empresas. Todos mostraram  relação de cheques  trocados com agiotas, na tentativa  última de conseguirem  recursos para cumprir seus compromissos, sem que a Vale obrigue suas terceirizadas a honrar o que devem.

Diante da situação de falência dos denunciantes, o blog é obrigado a cobrar da Associação Comercial e Industrial de Marabá atitude mais enérgica para defender o empresariado local.

E aí, ACIM, vai ou não peitar a Vale, assumindo essa luta?

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