Hiroshi Bogéa On line

Somente agora, por quê?

Ao post  Helenilson fala sobre diferimento do ICM, Anônimo levanta questionamento sobre a postergação da Assembleia Legislativa na discussão e votação dos projetos do governo do Estado propondo benefícios fiscais à Alpa.

O que diz o comentarista:

Talvez muita gente não tenha atentado um um detalhe muito importante sobre os projetos 291/09 e 292/09, que estão sendo objeto de debate aqui neste Blog. O Governo atual mandou os projetos ano passado. Vejam o final 09, quer dizer, o projeto está na Assembléia Legislativa desde 2009. Só agora está em discussão porque o governo tem cobrado insistentemente uma solução. Por que o João Salame não discute o assunto desde o ano passado? Por que a Assembléia não fez uma audiência pública, ano passado, com a presença da OAB, Ministério Público, Sindfisco, Fiepa, ACIM e tantas outras entidades e personalidades para discutir o tema. Para saber, por exemplo, por que siderúrgicas instaladas no litoral recebem incentivos por um prazo muito mais elástico do que o da ALPA, que fica no interior da Amazônia, que tem um papel de induzir o desenvolvimento regional?

Por que só agora o João Salame e o Helenilson Pontes resolveram questionar o prazo de 30 anos e a legalidade do diferimento já concedido a cadeia produtiva do ferro? Estranho, né? Depois das eleições? Medo da reação do eleitorado e de financiadores de campanha? Cartas da mesa.
Post de 

7 Comentários

  1. LAZARO SILVA

    1 de junho de 2011 - 17:36 - 17:36
    Reply

    Só quem nunca viveu nesta região inóspita pode ser contra a divisão do estado do Pará, em Carajás em sua grande maioria de municipios nem luz tem, pensa em Hospitais, se não tem luz como ter Hospital, não tem nada, nem estradas, nem segurança, é um resto de mundo esquecido de tudo e todos. Disem os opositores que dividir o estdo fica caro para o governo. De quem é o dinhiero que ele gasta….Será que fica barato ter ele tanto dinheiro para corrupitos passarem a mão…..è preferível dar atenção a população carente dos estados desmembrados que gastar o dinehiro com corrupitos da vida……Isto que dizem os opositores é balela, vejam TOCANTINS, MATO GROSSO verdadeiros oais, e foram as escórias de seus estados sucessores. Pergunta aos seus habitantes se querem retornarem ao passado….duvido…..Conhece estes lugares antes e agora.Quanta diferença. Custou dinheiroi do governo sim…e daí….o dinheiro é para ser gasto dando atenção a população, senão não teria sentido pagar impostos..DIVISÃO JÁ.

  2. Anonymous

    27 de novembro de 2010 - 04:45 - 4:45
    Reply

    Sim! Sou defensor de que a vale e outros investidores paguem os impostos aos órgãos institucionais da fama mais radical, até mesmo porque vão gerar renda e desenvolvimento, mas trarão mais demanda ao poder público em todos os setores, carecendo de mais recursos para investimentos para suprir demanda que hoje já é grande e reprimida. No entanto, estamos discutindo posturas oportunistas de determinados políticos que na hora certa não tiveram coragem de fazer o debate do momento atual. Neste sentido, quero registrar minha discórdia no posicionamento do Laércio que age corretamente como assessor do deputado mencionado no debate. Registro ainda que Marabá não terá somente essa perda, mas com certeza, outras importantes como a de não ser a capital do promissor e futuro Estado de Carajás.
    Outras cidades e comunidades mas estrategicamente melhor posicionadas do que Marabá, estão entrando na disputa.
    Apenas o discurso de ser a maior cidade da região e que possui instituições de estado instaladas na mesma, não será suficiente para tanto.
    O inferno que é trânsito urbano hoje, péssimo pela falta de estrutura e planejamento de ruas, avenidas e bairros, será uma grande dor de cabeça para os defensores de Marabá Capital.
    Ainda mais com ´políticos extremamente comprometidos com os do contra Carajás.
    Realmente existem localidades mais centrais que facilitará o acesso de todos com mais agilidade, sem falar da excelente possibilidade de planejar uma cidade que permita o desenvolvimento ordenado e mais distante da criminalidade já instalada em Marabá.
    Lembro ainda que poderemos ficar livres dos acessos via pontes que causam transtornos ao povo hj, imaginem se for capital.
    Siceramente? Acredito que Marabá não será a capital do Carajás.
    Abcs. e bom sono a todos.
    Até a próxima postagem.

  3. Anonymous

    26 de novembro de 2010 - 16:40 - 16:40
    Reply

    Tchau ALPA, tchau Marabá. Pra que desenvolvimento? Pra que ponte, vamos continuar atravessando rio de canoa. Desenvolvimento só atrapalha, vamos continuar sendo uma cidade medíocre enquanto ao nosso redor as cidades crescem.

  4. Anonymous

    26 de novembro de 2010 - 15:18 - 15:18
    Reply

    Desta maneira desunida dos politicos paraenses, em prol do crescmento do estado, não me resta replicar a frase do poeta:" Vou embora pra parsagada"

  5. Anonymous

    26 de novembro de 2010 - 14:34 - 14:34
    Reply

    Caros Companheeiros.
    A vale não é bozinha assim como pensam, a permanencia da alpa em Marabá é totalmente lucrativa aos mandatários do nosso minério, é tanto que a propria vale já adimite plano B caso a hidovia não seja concluida, iram fazer a ferrovia Marabá Barcarena, são palavras da propria vale. Escrevm.

  6. Anonymous

    25 de novembro de 2010 - 23:05 - 23:05
    Reply

    Desculpe meu caro Laércio, mas em que vc se orgulha na postura do Salame? Por que não o fez antes de 3 de outubro? Brigar da forma que está trará que benefício a região? Vamos ver no que vai dar isso. Quantos empregos vai ser gerado se a ALPA não se instalar na região? É lamentável esse debate romântico.

  7. Laércio Ribeiro

    25 de novembro de 2010 - 17:45 - 17:45
    Reply

    Honestamente, enche-nos de orgulho ver um marabaense usando as prerrogativas do seu cargo de deputado estadual para defender as riquezas de nossa região; com sensatez, equilíbrio, ponderada razão e, sobretudo, preocupação com o futuro de nossa gente. Parabéns ao deputado João Salame, pela postura elogiosa nesta questão envolvendo a Aços Laminados do Pará.

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *