Hiroshi Bogéa On line

Setor marginal

O Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Pará – Sindiferpa -, decidiu restringir seus serviços de divulgação contratando exclusivamente agências e produtoras de vídeo fora da região Sul do Pará. A campanha que a entidade desencadeará para tentar dizer ao distinto público que os produtores de ferro gusa não são predadores – como os fatos indicam -, leva a assinatura de empresas localizadas fora da região, ignorando os competentes profissionais existentes em Marabá e em outros municípios do Sudeste. O assunto é alvo de notas publicadas na coluna de hoje do Diário do Pará, assinada pelo poster.
Mais tarde, mais poster tratando da atuação do Sinferpa.

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12 Comentários

  1. Hiroshi Bogéa

    1 de outubro de 2007 - 03:19 - 3:19
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    Querida Mirtes:

    A questão não é delimitar fronteiras. Não foi feito aqui nenhuma defesa de reserva de mercado. No mínimo, para essa campanha dos guseiros, às empresas da região (não apenas as de Marabá), deveria pelos menos ter sido solicitado delas orçamento, para a produção dos vídeos, dessa forma haveria, verdadeiramente, disputa livre, dinâmica e saudável entre os concorrentes. O “controle desse fluxo”, feito pelo Sindiferpa, é que foi colocado em discussão.
    Essa discussão é imprescindível para os empreendedores do Sul do Pará, que usufruem exclusivamente o ônus dessa indústria “suja”.
    Não fiz nenhuma restrição a Temple. Ao contrário, respondendo a comentário, deixei patente o respeito que tenho pelos seus profissionais. A “individualização” desse fato ocorreu à revelia de minha vontade -, fato bastante normal na blogosfera quando os comentaristas, de variados matizes, entram e saem fazendo citações nem sempre bem intencionadas.

    Abs

  2. Mirtes Rocha Morbach

    30 de setembro de 2007 - 23:28 - 23:28
    Reply

    Prezado Hiroshi,
    Viajei a trabalho e só tomei conhecimento do debate envolvendo a Temple neste domingo.
    Começo tratando de sua reclamação sobre a contratação de empresas ‘DE FORA” para trabalhos da e na região. Será que minha empresa pode ser considerada “de fora”? Minha família é pioneira, tanto do lado paterno quanto materno; fui criada em Marabá, donde mantenho amigos da vida inteira. Então, se o critério de contratação é o “pertencimento”, acho estou credenciada.
    Mas será que realmente cabe essa discussão? Não há como controlar esse fluxo. Não é mais possível delimitar fronteiras. O sul do Pará tem uma economia dinâmica, e vai continuar atraindo gente de toda parte. Nós da Temple estamos no mercado oferecendo serviços, e, como todos os brasileiros, paraenses ou não, também estamos atraídos pela região.
    A nota provocou comentários. Um(a) anônimo(a) chega a pedir “uma investigação” sobre o “inexplicável” crescimento da Temple. É sempre mais fácil culpar a janela pela paisagem.
    Na Temple nunca subestimamos os concorrentes ou o mercado. Jamais cedemos explicações fáceis do tipo “só chegaram lá por que foram apadrinhados”. No mercado competitivo, com muita gente para realizar, é preciso mais que um “padrinho”.
    A Temple tem por compromisso societário não trabalhar para instituições políticas ou governamentais. Nosso mercado é a iniciativa privada, e é no mínimo ingênuo supor que grandes empresas contratem serviços por critérios desse gênero.
    Parte significativa de nossos clientes conquistamos vencendo concorrências com melhor proposta técnica e financeira. Há também um outro fator: a equipe. Boa parte de nós está junta desde a Universidade. E outros que hoje coordenam áreas inteiras, começaram como estagiários. Somos 58 pessoas, trabalhando para 23 empresas e instituições, em 13 municípios do Pará.
    Para os interessados em conhecer melhor a Temple acesse http://www.temple.com.br .

    Mirtes Rocha Morbach
    Sócia-diretora

  3. Anonymous

    29 de setembro de 2007 - 15:28 - 15:28
    Reply

    Hunnnnnnnnnn, o anônimo das 10:59 AM deve ser uma mulher gorda, feia, mal amada e muito perigooooooosa. Esse comentário é coisa de mulherzinha falsa, é sim.

  4. Hiroshi Bogéa

    29 de setembro de 2007 - 12:56 - 12:56
    Reply

    Deve estar havendo algum equívoco em seu comentário, Anônimo 8:45 PM.
    A Temple não produz vídeos, ela é uma agência de assessoria, dirida com competência pelos seus diretores e dotada de excelentes profissionais, já registrei isso aqui na caixa de comentários.
    E se foi contratada uma produtora em Marabá para confeccionar peças da campanha do Sindiferpa (que desconheço completamente), na certa não foi a VideoV e nem a Planet, as duas existentes na cidade bem estruturadas.

  5. Anonymous

    28 de setembro de 2007 - 23:45 - 23:45
    Reply

    Caro Hiroshi,
    Concordo em parte com as suas colocações sobre o assunto. Uma empresa de Marabá tbm foi contratada para fazer um video. A Temple concorreu com essa empresa. Só q quem viu os dois trabalhos constatou a diferença gritante entre um e outro. No video da temple, dava p/ ver o profissionalismo de uma empresa q tem um corpo tecnico, já no outro dava até pena, de um amadorismo!! Olha q não sou da area, imagina se vc que é um profissional nessa area visse. Concordo q a video V deveria ter concorrido, pois tbm conheço seu trabalho através dos videos institucionais da CVRD. As empresas da nossa região devem sim lutar por espaço, mas devem procurar se profissionalizar tbm. Isso aqui não é mais uma cidadezinha qualquer do interior. Abraços!

  6. Hiroshi Bogéa

    28 de setembro de 2007 - 19:24 - 19:24
    Reply

    Anônimo (a)3:06,a resposta pra ti é a mesma que dei ao Anonino (a) 10:59 AM. Com um adendo: estou defendendo os interesses, sim, de quem luta pelo desenvolvimento do Sul do Pará. O resto é perfumaria.
    Quanto a citação de pessoas, não é por aí que devemos caminhar.
    Só estou postando este comentário por teres citado o nome da família Morbach(a quem venero respeito, carinho e admiração), e que não deveria nunca estar misturada a essa questão, até porque as três postagens cobram uma conduta mais sincera do sindicato dos guseiros para com a região, sem citar nomes de qualquer empresa. Sempre regi minha vida pela postura ética em relaçao a colegas de profissão e aos concorrentes. Não permitirei que essa transaçao enverede pelo rastejamento. Nunca.

  7. Anonymous

    28 de setembro de 2007 - 18:06 - 18:06
    Reply

    A Temple comunica�o pertence a Cleide Pinheiro e Mirtes Morbach. Duas paraenses, sendo a primeira filha de Santar�m e a segunda de Marab�. Acho que voc� conhece a m�e da Mirtes, dona Ires. O Pai, seu Frederico, j� falecido. Ou a coluna est� defendendo interesse espec�fico de alguma empresa de Marab�

  8. Hiroshi Bogéa

    28 de setembro de 2007 - 15:16 - 15:16
    Reply

    Grande Marky! Sim. Complicado e selvagem.
    Meu abraço.

  9. Hiroshi Bogéa

    28 de setembro de 2007 - 15:15 - 15:15
    Reply

    Anônimo 10:59 AM:
    Particularmente considero a Temple Comunicação uma agência integrada por excelentes profissionais. Nâo estou colocando em debate o fato da dona da empresa ser ou não namorada do senador, até porque nao costumo invadir a seara pessoal de ninguém. Respeito os relacionamentos como algo impenetrável e que devem ser protegidos pelas pessoas de bem, civilizadas e responsáveis.
    O problema é outra. Parte de conceitos. De princípios de uma associção, no caso o Sindiferpa, que deveria ter compromissos verdadeiros com o desenvolvimento da região, reforçando a atividade das empresas locais na área de comunicação.
    Como você bem o disse, em Marabá temos a VideoV e a Planet, da Ana e do Valmor; Em Parauebebas e Redenção também existem outros companheiros igualmente preparados.
    Também longe do blog fazer campanha contra os colegas de Belém. Sinceramente eu não trafego por isso aí, coisa rasteira. A questão é igualizar a disputa, incluir os demais – priorizando, sempre, os empreendedores do Sul do Pará.
    Não concordo também com essa postura de “caça às bruxas”, de envolver o governo do Estado nisso. Nada a ver.
    Agradeço sua presença.
    Abraços.

  10. Marky Brito

    28 de setembro de 2007 - 14:46 - 14:46
    Reply

    Grande Hiroshi,

    Até que ponto certos “pulíticos” do sul do Pará estão com o rabo preso com as guseiras?

    Não é possível que um setor importante, mas desordenado e causador de severos impactos à população e ao meio ambiente da região não seja colocado nas rédeas pelo poder público local.

    Esse enredo dever ser complicado…

    Abração!

  11. Anonymous

    28 de setembro de 2007 - 13:59 - 13:59
    Reply

    Realmente concordo contigo Hiroshi, de que em Marabá existem bons profissionais e empresas, podemos citar a sua e a Planet Comunicação, da jornalista Ana Lacerda. Mas o que acontece com a empresa que está fazendo a campanha é algo muito maior que competência. A Temple Comunicação tem como sócia a jornalista Cleide Pinheiro, que é a atual companheira do senador sem voto Flexa Ribeiro. A agência cresceu inexplicavelmente neste últimos anos conseguindo praticamente todos os contratos com empresas mineradoras e outras que chegam através da Fiepa. Tudo sob a indicação e aprovação do senador tucano. Isso deveria ser investigado e colocado a boca no trombone, porque não só as empresas do Sudeste são colocadas de lado, as agências de Belém também sentem na pele o que é a máfia do tráfico de influência do senador. Até o Diário já colocou na coluna do Repórter Diário que Flexa assumiu de vez o papel de agenciador da Temple Comunicação.
    Isso o governo Ana Júlia ainda não se manifestou já que a Fiepa continua sendo o ninho dos tucanos

  12. Anonymous

    28 de setembro de 2007 - 13:07 - 13:07
    Reply

    Mais uma prova de que precisamos urgentemente criar o Estado do Carajás. Somos explorados, sempre, sempre. Meu apoio aos profissionais do Sul do Pará!!!
    Estado do carajás, JA!

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