Hiroshi Bogéa On line

SDU aborta invasão em área de preservação ambiental

 

 

Superintendência de Desenvolvimento Urbano de Marabá (SDU), realizou  vistoria em uma área alagada, às margens do Rio Itacaiúnas, na Folha 33, Nova Marabá, onde já havia demarcação de lotes.

A área, além de ser imprópria para moradia, é de preservação ambiental.

A ação contou com a parceria de fiscais do Código de Postura e da Policia Militar (foto), para garantir a integridade dos agentes municipais.

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Foram retiradas as demarcações e dado orientação à comunidade, de que a área não pode ser ocupada.

A superintendência tem realizado ações fiscalizadoras, visando a regularização fundiária no município dentro de uma política de ordenamento geográfico e ambiental.

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3 Comentários

  1. Clésio Fima

    26 de fevereiro de 2013 - 08:17 - 8:17
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    concordo com o comentário a baixo

  2. Carlos

    26 de fevereiro de 2013 - 08:17 - 8:17
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    Deviam ter feito o mesmo do outro lado do rio, proximo a Cerita, onde uma invasão começou nas margens do Itacaiunas no final de 2012

  3. Plinio Pinheiro Neto

    25 de fevereiro de 2013 - 16:47 - 16:47
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    Caro Hiroshy.

    Medida corretissima, antecipando-se ao problema.Infelizmente outras ocorrencias identicas em passado próximo não receberam o mesmo tratamento e temos construções no prolongamento da rua 7 de Junho e o gravissimo problema das construções no inicio do aterro da Avenida Antonio Maia após a área do posto, pois todos sabemos que por aquele local se dá a vazão da Grota Criminosa em seu caminho para desaguar no Itacaiúnas. Como na construção do aterro os bueiros foram colocados muito acima do nível (devendo ser rebaixados), formou-se a lagoa do lado esquerdo de quem sai e o estrangulamento do curso normal da Grota Criminosa ocasiona as terriveis inundações nas folhas da Nova Marabá por onde ela passa. Se há previsão de retificação da grota e de ações de saneamento para acabar com as inundações e prejuizos, é urgente determinar a verificação da posição das construções e confirmação do curso da grota por imagens antigas de satélite, para que sejam evitados gastos maiores no futuro, com possíveis desapropriações que se façam necessárias.

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