Hiroshi Bogéa On line

Quem dá mais pela sofrência alheia?

A cinco metros do trecho recapeado, buraco sobrevivente obriga motoristas a brigarem por espaço para se livrar do mal
A cinco metros do trecho recapeado, buraco sobrevivente obriga motoristas a brigarem por espaço para se livrar do mal

 

Falta de fiscalização, faz isso.

E irrita a comunidade.

A CMT contratou a Construfox para realizar serviços de recuperação da via Marginal esquerda da Transamazônica.

A sequência de buraqueiras que exigiam esforços de motoristas para evitar acidentes e danos aos veículos, foi controlada, com o recapeamento do asfalto.

Tudo bem, tudo muito bom.

Só que, ao final do trecho recapeado, os brucutus responsáveis pela fiscalização dos serviços permitiram a sobrevida de um buraco.

Nem dá cinco metros do trecho trabalhado, a “cratera” está lá, aporrinhando a paciência da comunidade.

Por que cargas d´água o buraco sobrevivente não foi incluído na extensão recapeada?

Agora está lá, solitariamente “rindo” da desgraça alheia.

Provocando palavrões  em quem   passa por ali, sem entender a profundidade de  malevolência na cabeça de alguns burocratas sem nenhum compromisso com o bem estar da população.

Muita sacanagem!

Transam

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2 Comentários

  1. Indignado

    24 de abril de 2015 - 13:10 - 13:10
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    Parabéns Hiroshi. Se isso fosse em São Paulo, Belo Horizonte ou Rio de Janeiro não aconteceria. Aqui no Pará esses Imbecis Empreiteiros acham que podem tudo, porque “o povo tá tão acostumado com o que tem de ruim, que um buraquinho a mais ou um a menos que ficar sem tampar, não vai dar em nada não”. E só através da imprensa para darem importância. Parabéns mesmo pela publicação!!!

    • Apinajé

      25 de abril de 2015 - 12:29 - 12:29
      Reply

      “Discordo do indignado,concordando com sua indignação”.
      Essa patifaria é endêmica em todas as cidades brasileiras,aqui em São Paulo o asfalto tem mais “cacurute”que a transamazônica nos tempos em que era toda na piçarra,para se ter uma ideia tem um quadro na tv (no bom dia sp)chamado tudo anormal,onde aponta essas mazelas.
      A safadeza é uma epidemia entre empreiteiras e governantes,faz-se mal feito para fazer sempre,assim a propina é perene.
      em tempo,o prefeito João Salame que fique atento,tenho acompanhado o seu programa “XÔ POACA” aqui mesmo no HB,percebo que a capa de asfalto aplicado nas ruas,além de muito fina,não tem o devida infraestrutura para um serviço duradouro.

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