Prefeito de Curionópolis supera 90% de aprovação

 

 

A aprovação do prefeito Wenderson Chamon (PMDB)  chegou ao patamar de 93%, entre moradores de Curionópolis que o avaliam como Ótimo, Bom e Regular administrador.

A última medição do humor da população do município  vem no rastro de pesquisa estadual realizada em dezenas de cidades paraenses, e que servirá como parâmetro comparativo para as demais pesquisas a serem feitas até a eleição municipal, em outubro.

Apenas 3% da população de Curionópolis consideram o governo dele péssimo, enquanto 4% não quiseram opinar.

Não se tem notícia, no Estado, de prefeito mais bem avaliado do que Chamonzinho – na foto, acompanhando obras de pavimentação.

 

E é simples saber por que Wenderson voa em céu de brigadeiro: aplicação correta dos recursos (poucos, registre-se!) destinados a Curionópolis.

O município é um canteiro de obras, candidatando-se a ser transformado logo, logo numa cidade digna de se viver – ao contrário de tempos recentes onde o que se via ali era sequência de residencias estampando em suas fachadas placas de “vende-se”.

Há casos contados na cidade de pessoas que venderam suas residências por míseros R$ 800,00,  na ânsia de encontrar oportunidades em outros lugares. Queriam o dinheiro apenas para pagar  a mudança.

Até o final deste ano, quando termina seu primeiro mandato, Wenderson Chamon conclui programação de asfaltar cem por cento das ruas da comunidade, além de levar pavimentação  para um novo bairro planejado, que está sendo habitado com residências populares financiadas pela prefeitura.

Ao  consagrar o termo  ”toda unanimidade é burra”,  Nelson Rodrigues queria também dizer da necessidade de haver espaço  para a manifestação de vozes discordantes. No caso de Curionópolis, os 3%  contrários ao que pensa o restante da população certamente não atiçarão candidaturas  opositoras ao prefeito, em sua caminhada pela reeleição em outubro.

Suspeita-se do município ser alçado à condição de raro caso onde partidos políticos não terão nenhuma disposição para enfrentar uma candidatura até agora considerada imbatível – e Chamozinho  ser formalizado candidato único, adversário de si mesmo.