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Polícia prende segundo envolvido nas mortes de um sargento da Polícia Militar, o sogro e um vizinho dele

O Sistema de Segurança Pública do Pará avança nas investigações e prende mais um envolvido no triplo homicídio ocorrido no bairro da Cabanagem, em Belém, no último domingo (5).

A ação criminosa deixou três mortos – um sargento da Polícia Militar, o sogro e um vizinho dele – e a esposa do policial baleada.

No início da tarde desta quarta-feira (8), o acusado Lucas da Silva Lima, 25 anos, estava em uma residência no bairro Cariri, no município de Castanhal (Região Metropolitana de Belém), se preparando para fugir quando foi interceptado pela equipe de policiais, que também apreendeu um revólver, celulares, drogas e uma motocicleta durante as buscas.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia-Geral da Polícia Civil, em Belém, para prestar depoimento.

“Nós deslocamos um reforço para, conjuntamente com os policiais que estavam em Castanhal, fizéssemos uma ação imediata, e que tivesse êxito. Lucas exerce certa liderança na facção e seria a segunda pessoa na hierarquia. Foi ele quem deu a ordem para os executores atentarem contra a vida do agente de segurança. Para isso, ele teve autorização do Nena (Jorge Luís Miranda Pereira, preso em Goiás na última terça-feira) que na hierarquia está acima dele”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira.

Logo após ser informado da segunda prisão, o governador Helder Barbalho voltou a se pronunciar nas redes sociais, reforçando o compromisso do Governo do Estado “com a transparência e agilidade nas investigações”, e acrescentando que “o segundo envolvido no triplo homicídio, ocorrido no bairro da Cabanagem, acaba de ser preso”.

Lucas Lima responde a quatro procedimentos por tráfico de drogas, e será autuado em flagrante por posse de arma de fogo. A ação policial contou com agentes do Núcleo de Inteligência, Núcleo de Apoio à Inteligência e Divisão de Homicídios. “Agora iremos concluir e avançar nas investigações para prender os executores. É apenas questão de tempo”, afirmou o delegado-geral.

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