Hiroshi Bogéa On line

Olha ele aí!

 

O “guerreiro” está quase pronto.

Depois de passar alguns meses em total reforma, o Barco Plínio, único remanescente da fase áurea dos castanhais, foi colocado novamente sobre as águas do Tocantins.

As obras de arte, já iniciadas, deverão estar prontas dentro de um mês.

A opulência do majestoso barco voltará a povoar o cenário de nosso rio.

O Barco-Motor Plínio é orgulho  das gentes do tempo da castanha.

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9 Comentários

  1. Diego Pinheiro

    29 de julho de 2011 - 23:27 - 23:27
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    Primeiro gostaria de parabenizar ao ótimo blog, conheci através do meu primo Claudinho (Claudio Pinheiro Filho).
    É muito bom ver e poder ler comentários a respeito de uma época que não conheci, e sobre meus antepassados dos quais vejo o quanto ajudaram a construir essa gigante Marabá que hoje se forma, assim como o BMP (Barco Motor Plinio) resiste aos intemperes da vida e porque não dizer da tecnologia, onde as lanchas e jet sky, tomaram de conta de nosso lindo rio tocantins, maquinas essas que não buscam fazer uma historia, como fez os motores que levavam castanha por rio a fora.
    Diego Pinheiro

  2. Plínio Pinheiro Neto

    1 de junho de 2011 - 04:52 - 4:52
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    Caro amigo Hiroshi.

    Podemos ser criticados e chamados de saudosistas, porém não há como não recordar com saudade daqueles tempos e dos apitos ao cair da tarde na “beira do rio”, no Marabazinho.Por outro lado, papai homenageou o velho Plinio Pinheiro dando seu nome ao barco e ele, que é nome de colégio e rua, teima em manter-se vivo singrando as mesmas águas que os nossos pioneiros tantas vezes navegaram em botes que levavam seis meses na viagem de ida e volta para Belém do Pará.O espírito empreendedor do velho Plinio, por ocasião de sua morte, foi saudado em versos pelo também saudoso Frederico Morbach:

    RÉQUIEM PARA PLINIO PINHEIRO

    “ Dorme tranqüilo, teu sono, liberto,
    na alcova imensa da eternidade.
    Por leito morno – tens o chão amigo
    que te abraçou e te cobriu de relva.
    Para velar-te, a cruz de aroeira,
    braços abertos – guardiã amiga
    imputrescível como tua memória
    junto às comunidades em que viveste.

    No lombo do Araguaia aqui chegaste
    e esta península amiga te adotou.
    Uniste as mãos de assurinins e brancos.
    Por isso tudo o Tocantins te canta,
    no “llargo” dos remansos, no “allegro” dos rebojos….
    e a Amazônia exuberante e verde
    como esperança de libertação,
    chora tua ausencia todos os invernos. (Frederico Carlos Morbach)

  3. João Dias

    1 de junho de 2011 - 00:37 - 0:37
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    Dr. Antônio Pinheiro,

    Que bom ler o seu manifesto, suas declarações. Acompanho o seu trababalho à frente do Conselho Federal de Medicina em Brasília. O posicionamento ético é 10, e eu diria: uma nota de todos nós. Quanto as castanheiras que sombreavam a macacheira e o barco que está ancorado, ou melhor, atracado (…). Nos dias de hoje, nossos compromissos vão além do nosso espaço, do que queremos. Vale apena sonhar. Nesta hora, ainda estou acordado, sonhando que sou marabaense, paraense. O Claudão, na verdade era ou é, o terror dos zagueiros. Claudão Pinheiro, beijos.

    Sds. marabaenses.

  4. Anônimo

    31 de maio de 2011 - 12:48 - 12:48
    Reply

    Hiroshi
    Parabéns ao Claudio(Claudinho também),eles levam em frente o sonho do nosso velho.Fico feliz que ainda sobreviva este simbolo quando tantos outros tombaram frente as mudanças socio culturais de Marabá.As castanheiras já se foram e os rios perderam um pouco de seu aspecto natural (cadê o Pirucaba?)
    Abraço saudoso
    Antonio Pinheiro

    • Hiroshi Bogéa

      31 de maio de 2011 - 13:51 - 13:51
      Reply

      Abraços, Pinheiro. O Cláudio não desiste nunca. Nem pode. O barco está ficando do jeito que é pra ficar. Daqui a mais uns dias, estará de novo singrando o Tocantins. Abs

  5. João Dias

    30 de maio de 2011 - 18:06 - 18:06
    Reply

    Olha ele aí.

    O barco motor de tantas viagens, carregado até o bico (sic) de castanha, subindo e descendo o rio tocantins, veloz e cauteloso na travessia das cachoeiras turbulentas, vai silenciando o roncar possante dos seus motores. Olhando assim atracado, rejuvenescido, eu lembro do paneiro de castanha, do cais de madeira do canto-verde, onde atracava para ser carregado de castanha do Pará.
    Lobo dos rios, você é um dos que ajudou a escrever a minha história. Parabéns, e muitas águas para navegar. “Navegar é preciso.”

    Sds.Democráticas.

  6. ANONIMO

    30 de maio de 2011 - 15:13 - 15:13
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    Tive o imenso prazer de viajar de Marabá à Belém nesse barco,antes de ser reformado,ainda era um “castanheiro” ao estilo tradicional(chamado em Belém de MARABAENSE),que só os marabaenses nativos conhecem e lembram,se a memória não me trai,foi em 1979. O piloto chamava-se mestre Sebastião Pinto,ia carregado com mais de 1.600 hectolitros de castanha,uma inesquecível viajem de +ou- 18 hs,eu sou candidato à repetí-la ,se os donos das aclusas,algum dia permitirem.

  7. ANONIMO

    30 de maio de 2011 - 14:11 - 14:11
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    Conheço o barco,realmente é uma obra de arte,com a assinatura do saudoso mestre Osório Pinheiro,profundo conhecedor dos assuntos de castanha e navegação de nossa ragião. Uma das coisas mias importantes e bonitas desse barco,não se vê na foto;sua possante máquina, um DAYA/MITSUBISHI,turbinado,com 380 CV de potencia,importado pelo mestre,do Japão,na época em que importar uma máquina dessa era um esforço que poucos faziam,em nossa região.Eu visitei o barco várias vezes acompanhado por seu Osório,e posso dar meu testemunho,êle o tratava quase igual à um membro da família.Fico contente em vê-lo prestes à navegar novamente.

  8. Claudio Pinheiro Filho

    30 de maio de 2011 - 11:32 - 11:32
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    Eita barco bonito! Orgulho meu e do velho CP. Rsrsrsrsrs

    Abraços Hiroshi

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