Hiroshi Bogéa On line

Obras da Prefeitura que estão humanizando Marabá

Uma sequência de obras entregues à comunidade pelo prefeito Tião Miranda envolvendo praças e áreas de lazer têm uma dimensão social extraordinária.

A última, o batizado  Novo Espaço Aeroporto de Lazer, ofertando equipamentos esportivos, área urbanizada, e, em breve, a anunciada pista de atletismo – é aquele tipo de benefício que a comunidade consagra no primeiro estalo.

A obra que chega realmente à ponta. Ao seu destino.

Antes, Tião havia entregue a área de lazer com os mesmos objetivos do Espaço Aeroporto que ele construiu na VP que sai da Praça da Criança e vai até a Rodovia BR-222, cerca de dois quilômetros de via (somando os dois lados da pista) para entretenimento e práticas de exercícios físicos.

A receptividade dos equipamentos urbanos construídos pela prefeitura pode ser medido nos próprios locais, ouvindo papo dos frequentadores e o seu espírito de satisfação.

É unanimidade.

Claro, no meio do balacobaco, há os críticos, aqueles que se opõem por questões políticas ou  contestam por “ouvir dizer”.

Os investimentos do Tião nessas áreas, como disse anteriormente, têm forte apelo popular pelos efeitos positivos no humor da comunidade, ávida de um pequeno espaço para levar filhos, praticar esportes, conversar com amigos.

A cidade de Marabá  é uma aglomeração humana multifacetada, povoada por uma multiplicidade de pessoas que se manifestam por meio de diferentes linguagens, formas e atividades.

Uma cidade universal que recebe gentes de todos os Estados do país, cada qual com seus costumes, hábitos e objetivos, querendo “ter” uma cidade em função de seus níveis de conhecimento e possibilidades e como reflexo da estrutura da sociedade e seus valores.

Uma cidade que quando foi se ampliando – principalmente nos Núcleos Nova Marabá e Cidade Nova-, alguns  administradores não previram a localização dos pobres, que informalmente ocupam áreas de risco, de proteção ambiental, de preços fundiários depreciados, com a anuência velada das autoridades governamentais de então.

Um dos caminhos para amenizar os efeitos dessas relações desiguais é por meio do engajamento comunitário.

E o engajamento comunitário surge nessas pequenas obras que levam o calor humano agregado ao investimento.

Espaço Aeroporto, todo dia, centenas de pessoas usando o equipamento.

Consciente ou não, a administração está enfrentando os desafios das desigualdades demonstrando novos conceitos, como espaço coletivo e engajamento social,  criando um processo de humanização e melhoria das condições de vida de pessoas que jamais imaginariam ter uma academia pública que chamasse de sua.

A criação e ocupação de espaços públicos com a construção de praças e áreas de lazer são uma forma de resistência ao individualismo da  cidade.

O foco é o plural, o encontro entre pessoas, a busca por atitudes e ações coletivas sustentáveis que beneficiem o maior número de cidadãos.

Nesse sentido, as pequenas praças já entregues, aquelas já existentes, mas em processo de revitalização, são bons exemplos -, com consequências evidentes tanto para a sociabilidade e ressignificação enquanto espaços públicos, quanto para suas funções sociais e culturais.

Dia desses,quando eu li alguns comentários em redes sociais criticando o pórtico que a prefeitura edificou na entrada do Aterro do Bambuzal, ligando a Rodovia Transamazônica à Velha Marabá, compreendi o quanto a visão caolha de alguns projeta infelizes maledicências sobre a gestão atual do município.

Opiniões equivocadas, algumas delas de políticos interessados um dia em dirigir a cidade.

Porque o pórtico compõe um universo de obras definitivamente projetadas para fortalecer a vocação do Núcleo Pioneiro como polo de fomento do turismo regional, basta conferir  os serviços de extensão da orla, no confluência dos rios Tocantins e Itacaiúnas – em ritmo acelerado.

Marabá precisa, sim, de obras de humanização, de mais praças, mais áreas de lazer, mais orla, mais & mais serviços destinados a agregar sentimentos perenes de amor à cidade a qual residimos.

O astral da população está elevado, quando se questiona o grau de satisfação  da comunidade em relação ao seu administrador.

É essa autoestima que mede, definitivamente, se as obras estão sendo bem recebidas ou não.

O resto, é perfumaria. Algumas até de mau gosto.

Na foto ao alto, Espaço Aeroporto de Lazer

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3 Comentários

  1. Thiago Miranda

    5 de novembro de 2019 - 10:30 - 10:30
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    Excelente texto, meus parabéns! O foco definitivamente é o plural. A urbanização e humanização da cidade é parte vital para o restabelecimento da autoestima, vigor da população e fortificação da identidade regional.

    • Hiroshi Bogea

      5 de novembro de 2019 - 17:54 - 17:54
      Reply

      É por aí, Thiago. O desenvolvimento de uma cidade passa pelas obras de humanização da comunidade. O prefeito está correto em sua visão de estruturação urbana. E aqui não cabe distorcer o fato de que uma gestão não deve ser medida apenas pelo que faz em Educação e Saúde, sabendo nós que o Município investe cerca de 30% em Saúde, quando a Constituição exige 15%. As chamadas demandas reprimidas nos dois setores exigem a participação coletiva do Estado e da União, para ajudar a prefeitura a reduzir a dimensão dos problemas.

  2. Alexandre Queiroz

    2 de novembro de 2019 - 13:12 - 13:12
    Reply

    Perfeito o texto. Reflete a felicidade em que Marabá está. Parabéns!!

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