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Narrando a anarquia 2

Giovanni Queiroz (PDT-PA) também seguiu no mesmo tom. Seu discurso foi dirigido à Justiça pedindo “rigor contra a atuação de quadrilhas organizadas, especializadas em invasão de terras”.
Queiroz disse que conversou com a governadora Ana Julia sobre a situação a quem narrou detalhes dos graves problemas ocorridos em diversos municípios do Sul e Sudeste.
“Minha preocupação se dava em função de que já começava uma conversa de que o Governo do Estado não autorizava a polícia a prender bandidos naquela região. Portanto, o Governo do Estado seria conivente por omissão, negligência ou incompetência. Mas eu não aceito isso, porque sou parceiro da governadora, sei que ela tem boa vontade. Ela não faria isso, não diria: – Não prendam.”
E arrematou: “Homens encapuzados, muito bem armados, adentram propriedades rurais, deixando reclusos vaqueiros, gerentes e, às vezes, até o proprietário, como ocorreu há 15 dias. Já se passaram 8 dias, começo a me preocupar. Dizem, no sul do Pará, que o Estado não tem culpa desse processo. Repito: 8 dias se passaram e os bandidos continuam encapuzados e bem armados. Se me disserem que precisam do serviço de investigação primeiro para detectar os elementos, concordo, mas até as crianças da cidade sabem quem são os bandidos e as armas que detêm. Faço a denúncia com essa preocupação.”

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