Hiroshi Bogéa On line

Combatendo predadores

Da Assessoria de Comunicação da Sema:

Crimes ambientais em unidades de conservação da natureza estão sendo coibidos pelo Núcleo de Fiscalização em Áreas Protegidas, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Entre os dias 10 e 21 de maio, uma equipe de fiscais esteve em Tucuruí onde houve flagrantes de delitos cometidos contra o meio ambiente e a consequente apreensões de equipamentos usados ilegalmente no município.

O engenheiro de pesca, David Luz, e o químico industrial, Reinaldo Sanches, da Sema, com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), apreenderam durante operações no Lago de Tucuruí, 2.100m de redes – sendo 700m fora dos padrões, distância abaixo de 7cm entre os nós da malha, e o restante por causa da utilização da pesca proibida de tapagem, que é o fechamento do lago de margem à margem.

Pescadores do Lago de Tucuruí tiveram ainda apreendidos oito pares de pés-de-pato, dez óculos de mergulho e 15 arpões – quatro artesanais, dois de ar comprimido e nove de elástico profissional. De acordo com os fiscais da Sema, os principais alvos desse tipo de pesca predatória no lago são os tucunarés machos, que colocam milhares de alevinos dentro da boca e procuram a margem para melhor proteção e ficam mais expostos. “Esse tipo de pesca compromete a preservação da espécie”, garantem os fiscais.

Uma espingarda calibre 20 e nove cartuchos também foram confiscados de um pescador, pelo BPA. “Era só prá matar uns tatus”, garantiu o infrator.

Nota do blog: o poster vem combatendo há mais de cinco anos essa prática safana  dos  predadores, no  Lago de Tucuruí. Tanto aqui quanto na  coluna que tinha no Diário do Pará.

De tanto denunciar os crimes ambientais  praticados no lago, o blogger chegou a receber ameaçaas de morte seguidas vezes.

De nada adianta esse tipo de blitz. Nem como paliativo funciona.

Os governos necessitam, urgentemente, montar uma base estável próximo a Ilha do Bogéa, ponto estratégico para combater os criminosos.

Criminosos ambientais e bandidos da pior espécie.

Nas ilhas do Lago, há traficantes, plantadores de maconha e bandidos acoitados, que sustentam alguns pescadores com intuito de proteção e lavagem de dinheiro.

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