Hiroshi Bogéa On line
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17 Comentários

  1. Luis Sergio Anders Cavalcante

    30 de janeiro de 2012 - 10:08 - 10:08
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    O clássico marabaense na época era Bangú x Marabá. Ambos tinham bons valores. Era casa cheia no Zinho Oliveira. Chutadores de longa distancia o Bangú tinha Dicinim (João Carlos), Zé de Bomba (José Ribamar) e Jorge Brasil(Domício), pelo Marabá Adão e Otávio(Museu). Os tempos atuais do futebol amador local, são outros e, diria, piores. Em 30.01.12, Marabá-PA.

  2. Anônimo Filho de Marabá

    28 de janeiro de 2012 - 15:59 - 15:59
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    João dias Aragão,
    Leia, Paulo Henrique Sampaio(BONECÃO): E não (Cabeção) como escreví. Abraços!

  3. Anônimo Filho de Marabá

    28 de janeiro de 2012 - 15:25 - 15:25
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    Hiroshi,
    Todas as vezes que exercito minha memória, me surgem maravilhosas lembranças: Um momento impar, vivido pelo futebol Marabaense, era assistir ao clássico Marabá x Bangú, e ver os dois extraordinários goleiros, João Chamon”Marabá”, e o Nonato Cabeção”in memorian” Bangú. O tempo não pára,amigo!

  4. Anônimo Filho de Marabá

    28 de janeiro de 2012 - 14:48 - 14:48
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    Aliás, logo mais as 20:30h, nosso Águia enfrenta o Cametá,lá no baixo tocantins. Vamos torcer!

  5. Anônimo Filho de Marabá

    28 de janeiro de 2012 - 14:44 - 14:44
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    João Dias Aragão,
    Lembrei-me, de dois cracassos do nosso futebol marabaense,porém com estilos totalmente diferentes: O 1º, Paulo Henrique Sampaio(Cabeção), com seu estilo raçudo que imprimia, sobre seus oponentes, “os zagueiros que o temiam”. O 2º, o nosso jornalista Hiroshi, que, com sua leveza, e abilidade com a bola, e seus dribles curtos,que também deixavam loucos os seus adversários(zagueiros). Bons tempos,amigo!Saudades!!

  6. Anônimo Filho de Marabá

    28 de janeiro de 2012 - 10:12 - 10:12
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    João Dias Aragão,
    Sempre lindos seus postes aqui no HB,lembro ao amigo de outros craques, que muitas emoções, nos proporcionaram no eterno Zinho Oliveira: Pedro Paixão,Pedro Fininho, Paulo Marabá,Leonidas,Leonan,Nonato Cabeção,Salim Amoury,Zé de Bomba, Carlinhos(genro do mestre Cunha) Ivenir Oliveira. Todos, nos remetem de volta ao tempo.Meu caro amigo! Um forte abraço, de um saudosista como voce!

  7. Antonio Carlos Pereira

    28 de janeiro de 2012 - 10:08 - 10:08
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    Bem lembrado pelo Joâo Dias. O Jorge Brasil (Domício) começõu no Grêmio Esportivo Tocantins de Mestre Cunha (in memorian) e depois pelo Bangú de Mestre Barata, tambem (in memorian). Era temido por ser um zagueiro viril e tambem pelo chute forte – coisa ausente no futebol hoje – principalmente, no futebol de salão na quadra Osorinho, onde assistí muitas vezes o citado jogar. Os goleiros viviam gritando “não deixa chutar” pois sabiam que era quase indenfensavel o arremate, pela força e velocidade que imprimia à bola.

  8. João Dias

    25 de janeiro de 2012 - 15:10 - 15:10
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    Caro Domício Brasil,

    Sem dúvidas que, sem o nosso Blog HB, nada aconteceria. “Saudade é dor que mata a gente”.

    Lembro sim, inclusive, da sua maestria com a bola nos pés, cracaço em domingos de futebol. Sou do tempo da bola de bexiga, de meia de sapato, do pé descalço.
    Lembro, também, do Sta, Terezinha no alto da colina, do Manoel Bonfim Ortegal; do Domingão; do Antonio Carlos (pombo); Mª Lucimar de Barros, Marluce e Margarida Bogea, Célia Lemos. Bons tempos.

    Não se pode esquecer e deixar de valorizar aquilo que está guardado na memória e, do lado esquerdo do peito.

    Obrigado e retribuo as mesmas considerações ao colegas e amigos.

    sds. marabaenses.

  9. Domício Jorge Brasil Soares

    25 de janeiro de 2012 - 14:33 - 14:33
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    Caro Hiroshi, parabéns pelo espaço super frequentado. Inteligente, competente, e marabaense dos bons. No oportuno, saudações ao colega comtemporâneo do Colégio Santa Terezinha, João Dias, tambem da terra e saudosista, como dá a entender. Em 25.01.12, Marabá-PA.

  10. João Guimarães

    25 de janeiro de 2012 - 14:30 - 14:30
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    É verdade João Dias, somos irmãos sim. Aparece, rapaz! Comentei com o Elias sobre vc aqui neste sensacional veículo marabaense, que se tornou o blog do HB. Mandou grande abç. Saúde pra vc, irmão!
    Que bom q vc não nos esqueceu.

  11. João Dias

    25 de janeiro de 2012 - 10:23 - 10:23
    Reply

    Caro João Guimarães,

    Acredito que vc seja irmão do Elias Guimarães, Edson Guimarães (Bilinga). Essa dupla era nota 10 (dez), jogávamos no marabazinho.
    Continuo ligado em Marabá e, logado no Blog HB, para me manter informado e atualizado sobre sociedade, política, economia e, tudo mais que acontece na rica, grandiosa e populosa Marabá.

    sds. marabaenses.

  12. João Guimarães

    24 de janeiro de 2012 - 18:15 - 18:15
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    Quero me reportar aos aguianos e felicitar os fundadores citados, que são sim, dignos disso. Grande Zé Pinheiro, no nome do qual me congratulo com os demais. Parabéns, gente. Olha só no que deu o clube que vocês fundaram.
    O João Dias, realmente está ausente…rsrsrsrsrs, o clube existe até hoje se e Chama CAM – Clube Atlético Marabá. E, João…hoje tá melhorzinho, viu? Não existe mais a ponte, graças a Deus. E nós que ainda vivemos por aqui, achamos bom…

  13. João Dias

    24 de janeiro de 2012 - 15:26 - 15:26
    Reply

    Time mesmo era o Clube Atlético Marabaense – CAM, dos tempos de Cateba, Adevando, Cabeção, Adão, Dendém, Museu, Borita e, muitos outros de época. A arquibancada da molecada era a ponte de madeira (balança mais não cai), que ligava a Rio Branco à casa do Frei Gil de Vila Nova.

    sds. marabaenses.

  14. Plinio

    23 de janeiro de 2012 - 20:42 - 20:42
    Reply

    Plínio, o Moço, é aquele que reportou, por exemplo, a erupção do Vesúvio que sepultou Pompéia. O nosso, volta e meia nos dá a certeza de que, detalhes de nossa história, merecem reparos quando publicados incompletos ou equivocados. Faz parte da preservação de nossa memória. Olhar atento, cultura sólida, pastor de almas.
    Grande Plínio, o nosso, que tive o prazer enorme de reportar em O Liberal, quando fundou com outros deputados do interior, a nossa temida e polêmica “Bancada Caipira”, na Assembléia Paraense. É com alegria que o vejo assinar postagens neste blog.
    Grande abraço,
    Agenor Garcia
    jornalista

  15. Plinio Pinheiro Neto

    23 de janeiro de 2012 - 18:31 - 18:31
    Reply

    Caro amigo Hiroshy.

    Entrando na esteira do comentário do Paulo Pereira e apenas para colaborar, quero esclarecer que o Aguia foi fundado em 02/02/1982 e teve entre os fundadores o Zé Pinheiro, Cícero, Chiquinho, Emivaldo e o Deca, entre outros.O primeiro gol nas traves novas não foi marcado contra a Tuna Luso e sim contra a Sociedade Esportiva Amapaense e quem o marcou foi, realmente, o Zé Pinheiro, no gol (trave) que dá para o Cine Marrocos e o jogo terminou empatado em 1 X 1.
    Um grande abraço

    Plinio Pinheiro Neto

  16. João Guimarães

    23 de janeiro de 2012 - 17:34 - 17:34
    Reply

    Felicite-se os abnegados Ferreirinha e João Galvão que em nenhum momento desistiram e tornaram o Águia o que é hoje, um clube considerado a nível nacional, que tem fama de bom pagador e cumpridor de boas jornadas, tanto nos campeonatos regionais quanto nos nacionais, tanto que já bateu na trave por várias vezes para subir à série B do Brasileirão, coisa antes só imaginável para Remo ( que hoje só quer disputar a quarta divisão) e Paysandú. Sou amigo pessoal de muitos jogadores de futebol do sul e sudeste e qualquer um hoje, admitiria jogar pelo Águia (claro que depende da faixa salarial), sendo um clube lá fora, mais respeitado do que os chamados grandes da capital que fazem de conta que contratam jogadores, não pagam seus salários, e os jogadores vão pra Belém e fazem de conta que jogam. Por isso os clubes estão na pindaíba que estão hoje. Faltam pessoas, dirigentes, que façam futebol gostando do clube, vestindo a camisa de uma representação regional, como o fazem esses dois jovens. Por isso, antes de se jogar pedra, qualquer um teria que ir lá fora, no centro oeste ou em outros estados e olhar de lá pra cá, pra enxergar o que é hoje o Águia e sentir o que é difícil fazer o que foi feito até agora(não é só pegar um monte de dinheiro e contratar). Até por que, outros clubes já tinham se aventurado em profissionalização em Marabá, mas recuaram, não deram conta de continuar, faltou quem quisesse de fato, quem tivesse competência; Prova maior de que fazer futebol profissional não é para qualquer um, é o nosso Parauapebas, que em cima da hora derramam um monte de dinheiro levando jogadores, mas não tem quem o faça com o esmero, com o zêlo, a competência e a dedicação com que fazem Ferreirinha e Galvão. Portanto, gente…Palmas pra eles!!!

  17. Paulo Pereira

    23 de janeiro de 2012 - 16:05 - 16:05
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    Caro jornalista Hiroshy Bogea.

    Que bom ver o Aguia chegando a tais alturas,tornando-se um clube nacionalmente reconhecido e remeto-me aos distantes anos de sua fundação, como um sonho do Zé Pinheiro, Chiquinho do Gaspar e outros jovens de então.Depois, o Ferreirinha, com muita competencia o profissionalizou e vem conduzindo com reconhecido aprumo. Lembro-me, inclusive, do jogo contra a Tuna Luso, na inauguração das traves de ferro do Zinho Oliveira (antes eram de madeira e quadradas), quando houve um empate de 1 X 1 e o gol do Aguia foi marcado pelo Zé Pinheiro.Pena que os grandes times de outrora, Marabá, Bangu e ACROB não resistiram ao tempo e hoje são meros arremedos do que foram.

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