Hiroshi Bogéa On line

Pedro Corrêa: – “Essa terceira siderúrgica anunciada não pode ser mais um conto da carochinha”

Numa rápida conversa com o presidente da Câmara de Marabá, vereador Pedro Corrêa, mais uma vez ele manifesta sua preocupação com as expectativas renovadas com o anúncio, dias atrás, da implantação de um siderúrgica no município.

E ratifica as razões de sua preocupação.

“Nossa comunidade e populações residentes no entorno de Marabá não suportarão outra decepção.  Todo mundo anda descrente dessas conversas de implantação de siderúrgicas aqui na cidade em razão de experiência desagradáveis em passado recente. Primeiro tivemos  todo aquele estardalhaço em torno da Alpa, inclusive, com a presença  do presidente Lula. Deu no que deu; posteriormente, veio a siderúrgica de um grupo argelino da empresa Cevital, que desapareceu do cenário como um passe de mágica.  É preciso ter muito cuidado, desta vez, com a prometida chegada de outro projeto siderúrgico, prometido pela Vale em solenidade  com o governador Helder Barbalho, que deve estar também cauteloso em torno desse empreendimento”, explica Pedro Correa.

A preocupação do presidente da Câmara já foi manifestada em diversos lugares, sempre com o cuidado de pedir cautela em torno do assunto.

– Eu fui a Belém, participei da solenidade de anúncio do projeto siderúrgico e manifestei minha preocupação a algumas autoridades presentes, sempre dizendo que a população do Sul e Sudeste do Pará não suportará mais outro engodo, mais um conto da carochinha. Seria uma decepção e descrença total com nossas autoridade”, explica o parlamentar.

Pedro Correa, faz questão também de dizer que a implantação de um empreendimento siderúrgico em Marabá, neste momento, poderá definir o caminho definitivo da verticalização de nossas riquezas minerais.

“A região pede criação de empregos, e um projeto siderúrgico abre possibilidade de novos serviços com a contratação de mão-de-obra. Um empreendimento desse nível proporciona ainda o desenvolvimento tecnológico na área, criação de cursos especializados, melhora no comércio de produtos e serviços; aumento da arrecadação de impostos, fortalecendo a balança comercial  do município. Por isso saudamos esse tipo de projeto, caso esteja realmente definido como algo  real, e não apenas promessas da Vale, como ocorreram em vezes anteriores”,

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3 Comentários

  1. jr

    5 de junho de 2019 - 18:49 - 18:49
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    Concordo Apinajé! tem que haver esforço de todos, ou e conversa pra boi dormi essa história de alpa eleiçoes se aproximando….,importante está na mídia, para eleitor nao se esquecer.

  2. Apinajé

    5 de junho de 2019 - 09:00 - 9:00
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    Um projeto desse não se concretiza isoladamente,se não houver obras de infraestrutura antes,não passará de um sonho sonhado,ladainha de quem deve muito à nossa região e sabe que de vez em quando tem que manter as esperanças da população.
    Se realmente quiserem fazer a “ALPA,ALPINHA OU ALPÃO”só tem um jeito,união de todos os envolvidos,governos.federal,estadual e municipal além da empresa em questão,essa sim,talvez a única que tenha capital para investir no empreendimento,porém não o fará sem as devidas contrapartidas de praxe.
    O nosso amigo Pedro corrêa sabe disso,agora,eleições municipais se avizinhando,é importante está na mídia , ser visto como alguém atuante nas questões de interesse dos marabaenses e assim manter o emprego(algo escasso para o cidadão “comum”)por mais quatro anos.

  3. Luis Sergio Anders Cavalcante

    4 de junho de 2019 - 14:21 - 14:21
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    Sr. Hiroshi, queremos acreditar que seja verdade o tal Projeto “Alpinha”(laminados à princípio). A descrença persiste em virtude de infeiizmente termos sido enganados seguidamente. Geração de empregos e renda sempre será bem vindo. À princípio nos parece “um cala-boca”, pois o anunciado não chega à 15% do valôr original do Projeto ALPA. 04.06.19, Marabá-PA.

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