Hiroshi Bogéa On line

Acadêmicos debatem divisão

Mais uma faculdade de Belém cria plenária para debater a criação de novos estados. O tema foi incluído na programação da II Semana Acadêmica Integrada da Esmac – Escola Superior Madre Celeste -, com mesa redonda marcada para este sábado, 27. Deputado João Salame (PPS) confirmou presença como debatedor, à convite dos estudantes curso de Direito.

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9 Comentários

  1. Val-André Mutran

    28 de outubro de 2007 - 11:59 - 11:59
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    É prego batido e ponta virada. O deputado João Salame foi brilhante no debate.
    Quem sabe. Sabe mesmo.

  2. Hiroshi Bogéa

    27 de outubro de 2007 - 23:49 - 23:49
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    Parabens, deputado. Sabemos o quanto estás preparado para os grandes embates. A região tem um representante à altura de seu tamanho.
    Estarei repercutindo nesse domingo as informaçòes do debate na Esmac.
    Abs

  3. João Salame

    27 de outubro de 2007 - 23:23 - 23:23
    Reply

    Hiroshy

    Agradeço as palavras do Val. O debate foi excelente. De alto nível. Engrandecido pela capacidade de raciocínio do deputado Arnaldo Jordy, que, mesmo contra a divisão,adotou postura mais flexível questionando primeiro o modelo de desenvolvimento em voga no País.Para ele, dividir o Pará é dividir a miséria. Discordo, mas respeito. O deputado Joaquim Passarinho foi mais radical e provocativo contra nossas teses emancipacionistas. Não ficou sem resposta, tenha certeza. A novidade ficou por conta da presença do deputado Eduardo Costa (PTB), de Capanema,que perfilou ao meu lado em defesa da divisão,apesar de não dominar o tema por não conviver com este debate.Ele, um parlamentar do Nordeste paraense. Bons augúrios.
    Quanto à minha participação creio que cumprimos o papel.Pelo menos não fomos vaiados.Ao contrário, recebemos bons aplausos, ainda que que as pessoas se mostrem receosas, assustadas e, às vezes, manipuladas por discursos “bairristas”.
    O auditório da Esmac estava cheio e o professor que coordenou o debate foi o juiz Helder Lisboa,conhecido dos marabaenses.
    Creio que devemos aprofundar o diálogo com deputados estaduais que não são das regiões que pretendem a divisão, mas que são favoráveis ou simpáticos às nossas teses, como são os casos dos deputados Luiz Cunha (PDT), Eduardo Costa (PTB), Carlos Bordalo (PT), André Dias (PSDB), Cássio Andrade (PSB) e Suleima Pegado (PSDB).
    Abraços

    João Salame

  4. Val-André Mutran

    27 de outubro de 2007 - 17:42 - 17:42
    Reply

    Estou montando um negócio aqui em Brasília e preciso de gente que gosta de trabalhar na madrugada.

    Sério cara. Me liga!

    Carteira assinada.

  5. Val-André Mutran

    27 de outubro de 2007 - 17:41 - 17:41
    Reply

    Esse Tony madruga não se manca!

    Não tem “linha” não cabôco boçal.

    Terá é governo prá te dá emprego.

    Tem nada não…Te perdôu pelo teu fracasso.

    Me liga: 61+99384008. Quem sabe eu não consigo um emprego prá tí?

  6. Tony Madruga

    27 de outubro de 2007 - 15:06 - 15:06
    Reply

    Minha preocupação é muito maior que cair nas mãos do PT. Já pensou cair nas mãos do Givanni?? Asdrubal?? Zequinha Marinho?? e outros dessa mesma linha!!!

  7. Val-André Mutran

    27 de outubro de 2007 - 14:02 - 14:02
    Reply

    Ao das 6:17 digo que não se surpreenda. É isso mesmo. A turma de Belém, salvo raras e contaminadas exceções veêm-nos como seu quintal.
    Os intelectuais desaprenderam o que estudaram na Facul.

    Se os eleitores do Carajás aprovam o atual modelo, essa será uma decisão da maioria, assim como, será, a criação do novo Estado.

    A respeito do post. Tenho até dó de quem debaterá com o deputado João Salame. Com uma certeza. Os estudantes da Esmac ficarão encantados com o preparo e visão de Estado que Salame possui.

    No debate na FAP, o deputado Giovanni Queiroz triturou seus adversários.

  8. Anonymous

    27 de outubro de 2007 - 00:42 - 0:42
    Reply

    Minha preocupação é que nosso Carajás nasça e caia nas mãos dos ratunos-briguentos da D$ e PT Pra Valor.

  9. Anonymous

    26 de outubro de 2007 - 21:17 - 21:17
    Reply

    fui a Belem no periodo do cirio e percebi uma negativa muito forte contra a separação, mas, as mesmas pessoas que discordam não sabem nem pra que lado fica a regiao sul do pará e muito menos não tem a minima idéia do pouco caso que o estado faz desta região.

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