Hiroshi Bogéa On line

Qual o melhor projeto para a VP-8?

 

Leitor Hudson Junior escreve fazendo a seguinte colocação:

Gostaria de sua opinião e dos leitores referente a “urnabização” de uma das avenidas mais nobres de Marabá, a VP08. Que obra mais mal feita, você já observou as placas de ENTRADA E SAÍDA que estão colocando nos “estacionamentos” centrais? Uma avenida tão oportuna para ser feita uma obra ao estilo Duque (Belém), fica o registro.

 

Abraços e parabéns pelo portal/blog!

 

Nota do Blog: a VP8, desde a gestão de Sebastião Miranda na prefeitura, tem merecido  críticas  por parte do blog.

Quando o ex-prefeito iniciou ao que chamou de “repaginação” da principal avenida da cidade, batizando-a de “Avenida Paulista de Marabá” cidade (obra que Tião deixou  resumida à colocação de uma horrorosa sequencia de barrotes de ferro para proteger a calçada da pista de pedestre da invasão de veículos)  , o blogger não se cansou de chamar a atenção à necessidade de fazer leitora inovadora da importância social e urbanística do corredor de tráfego.

Num dos posts produzidos em 2007, havia a seguinte observação:

“O blog sentiu falta da obra mais importante em sua repaginagem: o alargamento das duas pistas. Sem esse serviço, o poder público estará torrando dinheiro já que o Tião sabe muito bem da magnitude da VP-8 como espaço urbano de atração de negócios. Hoje, em determinado trecho dela, principalmente no horário do rush, a avenida é um inferno.

Não é engraçado engabelar a fé pública passando cosméticos pra inglês ver. É preciso dar conforto aos motoristas, usuários de ônibus, ciclistas e aos pedestres que transitam pela VP, e esse conforto chegará ali somente através do alargamento das pistas, com pavimentação e sinalização. O resto é perfumaria.

 

A gestão Maurino Magalhães avançou na concepção do projeto, disponibilizando áreas para estacionamento, sem, no entanto, produzir o que mais exige aquele eixo de intenso tráfego: o alargamento das duas pistas, como ocorreu na Duque, em Belém. 

Dentro de um ano,  principalmente diante da colocação mensal de cerca de 500 novos carros nas ruas da cidade (dados oficiais das concessionárias locais),  o crescimento de Marabá exigirá nova “repaginação”.

E, de repaginação em repaginação, os recursos públicos estão sendo torrados, sem planejamento racional.

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3 Comentários

  1. Marcus Vinícius Abreu

    18 de abril de 2011 - 13:38 - 13:38
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    A questão da VP-8 em Marabá assim como as demais áreas deve passar a ser analisada de forma técnica, levando em consideração o aspecto de expansão da cidade e suas necessidades urbanas e de infra-estrutura, por pessoas gabaritadas e envolvidas com o cotidiano da cidade, ou seja, é necessário inicialmente uma observação do zoneamento, com definição dos espaços comerciais, industriais e residenciais e suas variações, realizar pesquisa de tráfego e geração de movimento dos Polos Geradores de Trânsito (comercio, centros comerciais, feiras), exigir que os estabelecimentos ofereçam vagas de estacionamento dentro de suas dependências para os clientes e obediência do código de obras e postura.
    Sendo necessário assim, fazer com que os órgão relacionados ao desenvolvimento urbano (secretario de obras, DMTU, planejamento, etc., estejasm integradas entre sí através de representantes numa comissão de estudo deesses problemas.

  2. Anônimo

    12 de abril de 2011 - 22:00 - 22:00
    Reply

    Hiroshi. Esse debate é bastante interessante e de grande utilidade para o cidadão marabaense e região.
    O trânsito de Marabá é hj um dos mais complicados do Pará. Praticamente inexiste sinalização e sistema de semáfaros para facilitar a trafegabilidade. A complicação existe ainda pelo grande número de carros circulando, sem falar do igual ou maior número de motocicletas que não respeita em nada as leis de trânsito.
    Esse é apenas um dos motivos que vai impedir Marabá de ser Capital do Estado de Carajás.
    Diante disso, vejo que a única alternativa visualizada pelos gestores do município foi criar espaços para acomodar e retira das ruas os veículos, foi construindo espaços para estacionamento. Certo que quebra um padrão ambientalista e arquitetônicamente sustentável, porém, facilita a vida de muita gente e desafoga o trânsito.
    Abcs.

  3. Luis Sergio Anders Cavalcante

    12 de abril de 2011 - 11:53 - 11:53
    Reply

    Hiro, o “arremedo” de asfalto usado na VP-8 é digno de risos, além do quê o horario dos trabalhos na via são totalmente improprios devido ao intenso transito no horario comercial, sem falar na falta de sinalização. É desperdício de dinheiro público num local onde deveria haver um projeto arquitetônico moderno, que comtemplasse , meio-ambiente(arvores), pedestres e motoristas com seus veículos. Em 13.04.11, Marabá-PA.

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