Hiroshi Bogéa On line

PP decide lançar Seffer ao Senado

 

Em reunião de suas principais lideranças nesta segunda-feira em Belém, o Partido Progressista decidiu lançar a candidatura do deputado estadual Luiz Seffer ao Senado nas eleições do ano que vem.
A reunião, presidida pelo deputado federal Beto Salame, teve a participação de dezenas lideranças partidárias, além do ex-prefeito de Marabá João Salame.

Caso de pedofilia

O médico Luiz Seffer, em 2005, foi acusado e absolvido pela Justiça do Pará de ter estuprado  uma menor.

Uma menina teria sido levada de Mocajuba para morar na casa do então deputado Luiz Sefer, em Belém. Segundo denunciou o Ministério Público, a garota ficou sofrendo sucessivas violências sexuais na casa do médico durante quatro anos.

Além do pai, segundo a acusação, o filho também teria abusado sexualmente da menina.

O caso ganhou dimensão nacional em 2009, quando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Pedofilia) do Senado Federal veio a Belém e incluiu o caso nas investigações.

No mesmo período, o Legislativo local também instaurou uma CPI para investigar crimes de pedofilia. Acuado, Sefer preferiu renunciar ao mandato de deputado a ser cassado por comissão processante instaurada na Assembleia Legislativa.

Em junho de 2010, a juíza da Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes de Belém, Graça Alfaia, condenou Sefer e decretou a sua imediata prisão. Mas ele fugiu de Belém e seu advogado impetrou habeas corpus, concedido duas semanas após a condenação pela desembargadora Vânia Bitar.

Julgado pelo TJE, por dois votos a um, Luiz Afonso Sefer foi absolvido da acusação de pedofilia e cárcere privado.

O relator da ação, desembargador João Maroja, e o desembargador Raimundo Holanda, votaram pela absolvição de Sefer.

Convocado pelo TJE para atuar no julgamento, o juiz Altemar Silva votou a favor da condenação.

Para se livrar da condenação, Luiz Sefer contratou o advogado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, para atuar em sua defesa junto com o advogado paraense Osvaldo Serrão.

A defesa alegou falta de provas, o que foi levado em consideração pelos juízes para absolver Sefer.

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2 Comentários

  1. Edivaldo

    6 de junho de 2017 - 19:50
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    aliás nem lembrava mais desse senhor achava que havia morrido pra vida politica e que nunca mais surgiria como candidato a nada.

  2. Edivaldo

    6 de junho de 2017 - 19:48
    Reply

    Sem duvida que se se aliar a outros da laia dele será eleito,pois, o povo tem memoria curtíssima acredito que ninguém mais lembra do caso a não ser a própria vitima e a família .

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