Hiroshi Bogéa On line

O faraonismo irreversível versus o meio ambiente na Amazônia

Em Brasília, volta-se a cogitar a construção de hidrelétricas no rio Araguaia.

As grandes construtoras, com o apoio de um governo de extrema direita, ensaiando, outra vez,  hostilizar a natureza em busca exclusivamente de grandes  contratos.

O assunto volta à baila misturado à promessa de viabilizar a hidrovia Araguaia-Tocantins.

Esse tema de hidrovia do rio Araguaia já foi debatido milésimas vezes e comprovado.

O perfil do Araguaia é para ser  conservado como um santuário ambiental, e viabilizar, unicamente, a hidrovia do Tocantins que corre paralelo.

A  hidrovia do rio Tocantins atenderia à demanda logística do Maranhão, Pará, Mato Grosso. além do estado que leva o nome do rio.

Mas, triste realidade, tal rota, porém, está inviabilizada.

Para ativá-la, entre as intervenções necessárias está o término da construção da eclusa de Lageado;

A construção da eclusa da hidrelétrica de Estreito;

A dragagem do canal do Quiriri, até 17 metros, que permitirá ao Porto de Vila do Conde operar com navios tipo Cape-Size, cujo custo de frete é bem menor em relação aos navios tipo Panamax operados atualmente pelo porto.

Isso sem falar na tão falada derrocagem de 43 quilômetros no Pedral do Lourenção.

Muita roça pra pouco milho, né?

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