Hiroshi Bogéa On line

Ferrovia Paraense: a saga de Adnan


Embaixador da Coreia do Sul,  Jeang-gwan Lee, ao lado de Adnan Demachki: – “Não consigo imaginar a não participação da Coréia em um projeto como esse, de tal magnitude e importância”. (Foto: Aerton Junior)

 

Deve ser valorizado o esforço que o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, Adnan Demachki, vem desenvolvendo para viabilizar a implantação da Ferrovia Paraense.

Não é fácil, em tempos de recessão econômica, atrair investimento para um empreendimento da  dimensão da ferrovia, orçado em R$ 14 bilhões, embora toda obra estruturante, como a que está sendo concebida a estrada de ferro, traga garantidos retornos econômicos e sociais.

A sacada de Adnan começa pelo traçado.

Visualizando em mapa o percurso da estrada fora de áreas florestais, indígenas e quilombolas, dá para acreditar em sua celeridade, além de permitir ao capital privado as chamadas garantias jurídicas tão fragilizadas em projetos de tal envergadura.

Nesse ambiente de harmonia ambiental, os licenciamentos estão quase todos liberados.

Ou seja, o processo licitatório pode ser deflagrado com as licenças ambientais liberadas.

Isso é um atrativo consensual no meio de investidores.

As conversas de Adnan com setores do governo federal  e com investidores russos, coreanos e chineses estão bem evoluídas.

Pelo menos despertou interesses em muitos deles.

A garantia dada pelo secretário Adnan Demachki aos embarcadores de que a Ferrovia Paraense já tem garantido o transporte de minério e de grãos, pelas empresas Vale e Norks/Hydro, soou como palavras mágicas aos ouvidos de eventuais interessados em aportar recursos .

 

 

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