Hiroshi Bogéa On line

Estudos indicam viabilidade para concessão da Santarém-Cuiabá

Foi publicada, no Diário Oficial da União da última sexta-feira (31), a aprovação, pelo Ministério da Infraestrutura, dos estudos técnicos da concessão da BR-163/230/MT/PA, nos trechos compreendidos entre a MT-220 e a BR 230 e entre a BR-163 e Miritituba, no município de Itaituba, no Pará, com extensão de 970,2 quilômetros.

Os estudos serão encaminhados à Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) para providenciar a abertura de audiência pública nos municípios beneficiados. O projeto viabiliza a interligação entre as cidades de Santarém e Cuiabá.

O trecho rodoviário em questão integra o Sul ao Centro-Oeste e Norte do Brasil. Constitui eixo fundamental para escoamento da produção da parte paraense da região Norte e norte da região Centro-Oeste, além da ligação ao Porto de Miritituba, em Santarém, no Pará ou ao terminal ferroviário de Rondonópolis, no Mato Grosso.

O projeto consiste na proposta de concessão para a exploração da infraestrutura e da prestação de serviço público de recuperação, operação, manutenção, monitoração, conservação, implantação de melhorias e manutenção do nível de serviço do trecho compreendido entre a rodovia BR-163 – na divisa dos estados do Pará e do Mato Grosso -, e o Entroncamento MT-220, no município de Sinop.

Outro trecho a ser explorado é o compreendido entre a rodovia BR-163, no Pará, até o entroncamento com a BR-230, também, no Pará.

Além deste, a concessão atinge o trecho da rodovia BR-230, no Pará, entre o entroncamento com a rodovia BR-163, no Pará, e a travessia do Rio Tapajós.

A finalidade do projeto é obter um modelo atrativo e com tratamento adequado dos riscos, dotar a rodovia de condições perenes de trafegabilidade, de condições para o escoamento de grãos compatível com a estrutura portuária existente.

Além disso, a medida busca reduzir os custos operacionais e os tempos de viagem dos veículos, propor soluções de engenharia para os elementos do sistema rodoviário no longo prazo, ainda que o prazo da concessão seja mais curto que o usual, compatível com a entrada em operação esperada para a ferrovia Norte-Sul, a Ferrogrão.

Post de 

0 Comentários

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *