Em até 60 meses, Cosanpa renegocia débitos atrasados com até 90% de desconto

A campanha “Conta em Dia”, iniciada no dia 1º de junho pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) visando à recuperação do crédito dos usuários, já registra quase R$ 500 mil em negociações de dívidas. Com a campanha, que prossegue até o próximo dia 5 de agosto, a Cosanpa quer regularizar a conta de água e garantir o pagamento de débitos acumulados, retirando multas e juros e oferecendo descontos de até 90% sobre o total da dívida, dependendo do valor e do tempo do débito.  Cosanpa até 5 de agosto de 2017.

O aposentado Francisco Nascimento, 76 anos, foi pego de surpresa pelo corte no abastecimento de água de uma casa que mantém alugada, porque o inquilino deixou de pagar as contas. “Eu nem sabia, e fui surpreendido com o corte”, informou o aposentado, que procurou a loja de atendimento da companhia e regularizou a situação, parcelando o débito em 26 vezes. “O inquilino ficou dois anos em pagar a conta. Eu não sabia e não tive escolha. Vim renegociar, e o resultado foi satisfatório”, disse Francisco Nascimento.

Segundo Robson Querino, gestor da área de Recuperação de Crédito da Cosanpa, a campanha permite a abertura de renegociação com os usuários, dando um desconto total das multas e juros, e concedendo um desconto de até 90%. “Nós já conseguimos um valor aproximado de R$ 500 mil renegociando um débito no total de mais de R$ 1 milhão. Os ganhos para quem procura renegociar são muitos. Além do mais, todos os contribuintes ganham com a melhoria do serviço prestado à população”, ressaltou o gestor.

Mais benefícios – Segundo ele, o usuário que pagar o débito à vista terá mais 20% de desconto. O gestor disse que a Cosanpa tem aproximadamente 300 mil inadimplentes. “Caso o cliente não tenha condições de pagar à vista, nós podemos parcelar em até 60 vezes o débito”, ressaltou.

Todos os usuários – pessoas físicas e jurídicas -, inadimplentes com a Cosanpa, que tenham, prioritariamente, contas atrasadas há mais de dois anos, podem procurar as lojas de atendimento. (Por Márcio Flexa)