Hiroshi Bogéa On line

Derrocagem do Tocantins: auditório pequeno afugente comunidade da audiência pública

Pelo menos cerca de 50 pessoas retornaram  do acesso ao auditório do Ministério Público, na manhã desta segunda-feira, 11.

Lotado, o pequeno local não acomodou quem procurava informações sobre o projeto das obras de dragagem e decorramento da via navegável do rio Tocantins – Pedral do Lourenço, durante audiência pública que ocorre naquele equipamento.

O secretário de Estado de Transportes, Pádua Andrade, veio  esclarecer os benefícios da obra para a economia do Estado do Pará e para a vida do cidadão.

Só que o todo da sociedade não participou.

O auditório, embora bem equipado, não tem espaço suficiente para um evento de audiência em torno de um tema que mexe com toda a região.

A pergunta: por que não levaram a sociedade para encher um dos auditórios do Centro de Convenções de Marabá?

O tema deveria ser aberto a toda comunidade e não restringi-lo a umas 50 pessoas.

Lamentavelmente, o blogueiro tem que registrar essa constatação.

Audiência está sendo presidida pela Promotora de Justiça do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo, Josélia Leontina de Barro Lopes.

A obra do Pedral do Lourenço consiste, basicamente, em desgastar os pedrais que impedem a navegação de embarcações cargueiras durante os meses de setembro a novembro, período em que o rio fica mais raso, mas é uma obra de grande envergadura, e que depende de muitos pontos para que, efetivamente, seja executada.

A navegação permanente na hidrovia Tocantins-Araguaia vai contribuir para o desenvolvimento regional para a implantação de um novo conceito logístico, que integrará a hidrovia aos modais rodoviário e ferroviário e garantirá o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral, dentre outras, dos estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.

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