Hiroshi Bogéa On line

Com as duas praias da cidade submersas, economia de Itupiranga sofre baque e população fica sem veraneio

As duas praias que fomentam atividade econômica de Itupiranga, durante os meses de junho e julho, continuam submersas.

Submersas. E, por isso, levando ao naufrágio, também, a economia do Município, nesta época do ano.

A Praia do Macaco, quase em frente a cidade, não tem nenhum palmo de areia de fora – pele me os até o final da tarde desta segunda-feira, 22.

A Praia da Rainha, 10 minutos de barco da cidade, sentido Lago de Tucuruí, nem se fala – bem mais submersa que a outra.

Única praia que “deu a cara”, neste verão, foi a do Tiradentes, bem a jusante da cidade, quase no limite com o município de Marabá.

Só que essa praia é bem menos frequentada, por causa da distância.

“A passagem de barco se torna cara, em relação a travessia para as outras duas praias. Isso é motivo de  fazer com que muitos pais de família não se dirijam pra lá, a não ser aqueles que tem as próprias embarcações ou podem pagar passagens mais caras, todo final de semana”, diz Gisele Nascimento, servidora pública municipal.

As praias continuam submersas em razão  do controle do nível do Lago de Tucuruí, feito constantemente pela Eletronorte.

Tendência é de que as duas praias fiquem descobertas completamente somente a partir de setembro.

Ou seja, fora da alta temporada.

Sem as duas praias, a economia de Itupiranga, que nesse período do ano depende muito da movimentação dos banhistas, está sentindo o baque

“É muito ruim, temos dois meses do ano que movimentar a cidade junho e julho festejos, niver da cidade, férias, e sem nossas praias,  mexe com nossa economia, muitas pessoas ficam sem renda, durante esse período .Fico imaginando os mas de 20 barraqueiro que colocavam barracas na praia durante mas de um mês,  que geravam uma renda em torno de 10 mil no final e hoje não tem esse faturamento. Hoje, os moradores da cidade se resumem em ficar em casa durante as ferias, já que nem todos têm condições  de viajar pra outras cidades de ferias”, explica Gisele.

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